Caminhão do Peixe não vem pra Camboriú na Semana Santa

“Com um caminhão do peixe à disposição, a população de Camboriú não poderá comprar peixe barato na Semana Santa porque a Prefeita diz que não tem dinheiro. Isso é total absurdo”, denuncia o vereador Claudinei Loos (PMDB). Loos questiona que muito dinheiro é gasto em festas e eventos na cidade e quando aparece  oportunidade de beneficiar o povo, a Prefeitura recua por falta de verba. “Não mandaram o projeto para a Câmara para ser aprovado, com a liberação da verba”, reclama ele ressaltando que muitos munícipes talvez só tivessem oportunidade de comer peixe na semana santa se fosse através do caminhão, que comercializa o produto com preços bem populares.

O Ministério da Pesca e Agricultura aprovou, ainda em agosto de 2010, projeto proposto em conjunto pelas prefeituras de Camboriú e Balneário Camboriú  habilitando as duas cidades para receber um Caminhão do Peixe. O veículo equipado com câmaras frias e balcão de atendimento ao público, é similar ao equipamento que já atua, com sucesso, na cidade de Itajaí e que esteve emprestado nas duas cidades nos últimos meses.

O que diz a Prefeitura

O secretário de Administração, John Lenon Teodoro,  garante que o projeto para a autorização da despesa não foi encaminhado à Câmara de Vereadores por falta de informações técnicas por parte da Prefeitura de Balneário Camboriú. “O caminhão do peixe foi entregue à Prefeitura de Balneário Camboriú em dezembro do ano passado. Só agora, dia 23 de março, eles mandaram um ofício para Camboriú solicitando que assinássemos a minuta de um contrato para custear a manutenção, e encaminhássemos para a Câmara. Mas não podemos assinar um contrato sem um plano de trabalho especificando os serviços e uma planilha descriminando os valores”, diz o Secretário explicando que não podem pagar a uma atendente do caminhão do peixe mais do que ganha um servidor que cumpre função similar. “Camboriú quer o caminhão e já tem no seu orçamento R$ 24 mil/ano destinados para sua manutenção. Só estamos esperando que Balneário Camboriú nos mande a documentação necessária para que possamos encaminhar à Câmara o projeto que autoria o custeio desse valor. Temos que fazer a coisa certa. É uma questão de responsabilidade administrativa”, finaliza Lenon.

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