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Capital Catarinense do Turismo… de qual Turismo?

Escrito em 06 fevereiro 2012 por Alexandra

Passado o auge de movimento da temporada de verão, já é possível avaliarmos o patamar em que o turismo de Balneário Camboriú se encontra. Antes de mais nada, se faz necessário um resgate do processo liderado nos anos de 1990 e 2000. Nosso turismo teve grande crescimento nestas duas décadas, através de parcerias que viabilizaram obras públicas e privadas que melhoraram nossa infraestrutura, embelezaram ainda mais o espaço urbano, e ao qualificar o destino turístico, divulgaram sobremaneira a imagem da cidade como roteiro obrigatório para quem visita Santa Catarina. Neste quesito, destacam-se a Rodovia Interpraias, o Cristo Luz, o Parque Unipraias, o Molhe da Barra Sul, e por último, a Marina Tedesco. Desde então, vivemos um período de ócio no empreendedorismo e na capacidade de criar novos equipamentos, que beneficiem o turista, mas na mesma proporção, o cidadão que aqui reside.
O poder público municipal tem o dever de fomentar a qualificação de nossa rede hoteleira, conhecida pelo aspecto quantitativo, mas que deixa muito a desejar no que se refere ao potencial qualitativo. Uma política pública efetiva seria a de conceder benefícios fiscais para os empreendimentos que invistam na ampliação e reforma de sua estrutura, além da qualificação permanente de sua mão-de-obra.
Evidente também é que o turismo, assim como qualquer outro segmento econômico, não pode ser pensado isoladamente. Toda a região precisa urgentemente de ações, principalmente na infraestrutura, que melhorem o acesso, condições de permanência e atrativos da chamada “Costa Verde e Mar”. Nosso Aeroporto de Navegantes de Internacional só tem o nome. Itajaí não consegue concluir há quase dez anos uma via expressa portuária que retiraria todo o fluxo pesado de caminhões de sua área urbana, e muito pouco valoriza a arquitetura de seu Centro Histórico. Camboriú afasta seus turistas pelos altos índices de violência, e pela falta de investimentos na potencialização de seu turismo rural. Itapema não consegue acabar de uma vez por todas com o problema da falta d’água em toda a cidade, e o novo acesso a Porto Belo e Bombinhas assustadoramente não está emperrando por questões orçamentárias e nem políticas, mas sim pela visão conturbada de ambientalistas que na falsa ânsia de preservar o meio ambiente, boicotam o desenvolvimento.
E não é necessário ir muito longe. Nosso Centro de Convenções é alvo de promessas do Estado em vários governos, e esperamos que o atual efetivamente ao menos conclua o projeto e dê início à obra. Porém, precisamos entender que ele não será o “projeto-messias”, que salvará para sempre a economia de nosso Município. Precisamos avançar, investir na cultura e nos esportes, criando espaços adequados para que possamos nos credenciar a atrair eventos de grande porte, que diversifiquem o público que estamos recebendo atualmente.
Em 2004 fomos reconhecidos oficialmente pela Lei Estadual 13.039, como sendo a “Capital Catarinense do Turismo”. Inegável é que estamos num patamar muito melhor do que outros destinos, numa eventual comparação. Mas quem se contenta com grandes (porém antigas) conquistas, dificilmente haverá de mudar – para melhor – seus indicadores turísticos, e muito menos conquistará o status de excelência para todos os segmentos sociais e econômicos da sociedade que procuram, de forma crescente, o principal serviço/ramo em que atua. E não estamos longe disto. Para mudar, basta vontade, planejamento e ação!
Dão Koeddermann
Vereador do PSD de Balneário Camboriú

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A NOVA GERAÇÃO DOS LIVROS FRACIONADOS por Luiz Carlos Amorim

Escrito em 23 janeiro 2012 por Alexandra

O e-book – livro eletrônico ou digital – teve uma alavancada, no início desta década, mas não ameaçou, ainda, o livro tradicional, impresso. Até porque o preço, não raro, tem se equiparado ao preço da versão impressa das obras, como no Brasil, por exemplo. Mas não é só aqui que isso acontece. Mesmo sem o maquinário, a mão de obra, o papel, tinta, a distribuição e outras matérias primas envolvidas na confecção do livro como o conhecíamos até bem pouco tempo atrás, os livros eletrônicos – arquivos digitais para serem lidos em leitores digitais ou tablets, como I-pad ou Kindle, smartfones e computadores – têm preços bastante altos, em alguns casos equiparados com o valor dos seus equivalentes em versão impressa.
Então as grandes editoras procuraram inovar para incrementar as vendas dos e-books e estão lançando novos selos editoriais que vendem apenas partes, frações de livros, ao invés da obra completa. Por exemplo: você não precisa comprar uma antologia inteira, pode comprar apenas o conto do seu autor preferido. Aquele livro de ensaios maçudo de um grande pensador não precisa ser comprado na íntegra, compre apenas o ensaio que lhe interessa. E assim por diante.
No Brasil, uma das editoras está oferecendo essas versões reduzidas de e-book, que estão sendo chamadas, em outros países, de e-singles, mini e-books e-short-books, por até mais de dez reais, o que evidencia que continuam muito caras. Ainda bem que não são todas. Outras oferecem por valores entre um real e cinco reais.
A finalidade primeira, obviamente, é vender mais. Com livros mais baratos, poder-se-ia alcançar a classe C, que não compra livros porque eles são muito caros. Será que eles teriam o equipamento para ler os livros digitais? Mas há um outro interesse embutido na novidade: é dar uma amostra, para que o leitor compre a obra completa. Só que o preço precisa se estabilizar num patamar menor, senão nenhuma das duas finalidades será plenamente alcançada.
Será que o escritor independente, aquele que não consegue uma editora, finalmente conseguirá publicar sua obra, mesmo que em doses homeopáticas, dispensando o aparato industrial que envolve o livro impresso?
A nossa Biblioteca Nacional está para implantar o projeto “Livro Popular”. Será que esse seria um caminho para que a leitura possa estar mais acessível para qualquer cidadão brasileiro? Não conheço o projeto, não sei se ele prevê as duas formas de publicação, mas que venha o livro popular, se realmente vier com um preço decente. Se ajudar a incentivar a leitura neste nosso imenso Brasil, um grande objetivo se terá cumprido.
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O autor  é coordenador do Grupo Literário A ILHA em SC

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Os camaleões do desarmamento por Bene Barbosa

Escrito em 23 janeiro 2012 por Alexandra

Entra ano, sai ano, e a política nacional de Segurança Pública segue o seu samba de uma nota só: desarmamento.

Quando a ideia foi importada para o Brasil pelas mãos do então presidente Fernando Henrique Cardoso, se a apresentou para a população como a panaceia para todos os males. Resolveria a criminalidade, os homicídios, unha encravada e mau hálito.
Em 1997, o porte ilegal de arma de fogo, até então uma simples contravenção, foi transformado em crime. As exigências para a compra e o porte de armas foram ampliadas e foi criado o SINARM, que prometia centralizar todos os registros de armas do país.
Anos se passaram e nenhum efeito positivo foi sentido; muito pelo contrário, a criminalidade cresceu assustadoramente e o Brasil atingiu a inaceitável e assustadora marca de 50 mil homicídios por ano.
Em 2003, foi vez de se criar a lei 10.826/03, o famigerado “Estatuto do Desarmamento”. Aprovado, diga-se de passagem, em época de “mensalão” e sob um falso clamor popular, como ficaria provado em 2005. O porte de armas foi proibido e a simples compra de um .22 se tornou um exercício de paciência para vencer a burocracia imposta. Para os mais humildes e mais pobres o direito acabou, uma vez que os custos e as exigências tornaram-se absolutamente impeditivas de seu exercício. Como previsto na lei, veio o referendo de 2005 e lá, com debate amplo, começou a ficar claro como agiriam os desarmamentistas, mudando seus argumentos sobre a proposta a cada derrocada da tese anterior, culminando no discurso do então Ministro da Justiça, Márcio Thomas Bastos, de que o desarmamento, reconhecidamente, não tiraria as armas dos bandidos! A declaração, claro, foi amplamente utilizada por quem se contrapõe ao ideal entreguista. Era a primeira confissão.
Mesmo com o resultado inequívoco do referendo, o governo não desistiu de seu intento de impossibilitar que o cidadão tenha uma arma para sua defesa. Vieram as campanhas “voluntárias” de entrega de armas, quando se criou mais um discurso, uma nova cor para os camaleões: a entrega de armas impossibilitaria que caíssem em mãos erradas, ou seja, dos bandidos.
A contra-argumentação foi rápida e certeira. Se o governo afirma que o cidadão não deve ter uma arma para que esta não seja roubada, ele assina sua incapacidade para fazer cumprir a lei, para proteger o cidadão. Estava-se dizendo ao cidadão que ele estava (como está) indefeso pelas forças do Estado e, ainda assim, pedindo-lhe que abrisse mão de seu único meio de tentar defender-se por seus próprios meios.
Não bastasse isso, desarmando-se o cidadão comum, qual a garantia que o Estado, confessadamente impotente para defendê-lo, poderia dar de que os criminosos não continuariam a se abastecer no contrabando? Nenhuma! Nossas fronteiras são território livre para o comercio ilegal de armas e munições, até mesmo com serviço de “delivery”, entregando-se no Brasil uma arma ilegal comprada no exterior com um simples telefonema.
E lá se foi mais uma cor…
Mas eles não desistem e agora baseiam sua campanha de desarmamento, ou melhor, de convencimento, em um argumento plenamente emocional: acidentes com crianças.
Outra cor opaca, sem nenhuma transparência ou brilho. Baseados em dados e pesquisas robustas, já demonstramos a incapacidade do desarmamento para impedir esses tristes (e felizmente isolados) episódios.
Há, então, de se perguntar: se desamamento não combate o crime, não diminuiu os homicídios, não desarma os criminosos e não garante que acidentes deixem de acontecer, qual será a próxima cor usada pelos camaleões do desarmamento? Que tal a verdade?

O autor é bacharel em Direito, especialista em Segurança Pública e presidente da ONG Movimento Viva Brasil

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COMPORTAMENTO NO TRÂNSITO

Escrito em 12 janeiro 2012 por Alexandra

O trânsito é o deslocamento de pessoas, estando elas dentro ou fora de veículos.
O que ocorre é que, com a pressão de tempo, de compromissos e tarefas cada vez mais acentuadas no dia a dia das pessoas,  somado ao estímulo de compra de veículos cada vez mais velozes e potentes, o trânsito vem sendo cada vez mais uma disputa de espaço onde “quem pode mais, chora menos”.
Neste sentido, é comum vermos muitas situações no trânsito em que pessoas mais privilegiadas com um veículo maior ou mais potente se sinta “superior” aos outros que estão dentro de veículos menores ou que estão até, fora deles, no caso de pedestres.
Por outro lado, os motociclistas tem a vantagem de serem mais rápidos e, com isso também são marginalizados por desalinharem um trânsito que já está, na verdade, todo desalinhado.
Existe ainda o pedestre, neste cenário que não se sente como elemento do trânsito. Para ele as regras são feitas somente para os veículos e dessa forma ele somente julga os condutores mas dificilmente percebe que contribui muito para a construção do caos quando atravessa em locais inadequados surpreendendo os motoristas.

Olhando por outro lado, todos criticam todos!

O condutor critica o pedestre mas esquece que também é pedestre e, em grande parte das vezes, também não atravessa na faixa, por exemplo.
O motociclista reclama que o motorista não o respeita, mas não sabe ele que o veículo de passeio possui, no mínimo, 22 pontos cegos (na verdade, a maioria dos motoristas também não sabem) e que, por isso, deveria trafegar no “corredor” com sua moto, somente quando os veículos estivessem em congestionamentos ou ainda parados.
Os condutores de veículos reclamam das motocicletas mas gostam quando estão em casa e a pizza, o contrato, o medicamento chega rapidinho…….” E ahhh, se não chegar!”.

Os taxistas reclamam dos condutores de ônibus, os caminhoneiros dos ciclistas mas, na verdade, todos reclamam de todos!

Todos acabaram se agrupando de maneira a, independentemente se está certo ou não, o outro é quem está errado!.
Pode reparar, é raríssimo alguém, depois de um acidente ou “quase acidente”, assumir a sua contribuição naquele infortúnio.
Isso ocorre porque criamos no trânsito uma cultura da Lei de Gerson, só quero levar vantagem, independentemente dos meus deveres – até porque a grande maioria não os reconhece.

Salete Romero
Especialista em Psicologia do Trânsito – CRP/SP 06/411
CONDU – Empresa Especializada em Segurança no Trânsito

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A farsa da política salarial para os servidores públicos de SC

Escrito em 12 dezembro 2011 por Alexandra

Em novembro o Governador Raimundo Colombo anunciou a política salarial dos servidores públicos estaduais e foi muito elogiado pela imprensa catarinense por romper com a política do ex-governador LHS/Pavan que tratou os servidores de forma diferenciada concedendo gratificações e mais gratificações para alguns cargos em detrimento da grande maioria dos servidores.

Não quero aqui questionar os valores anunciados (4% em janeiro e 4% em maio, mais o valor do vale-alimentação de R$ 6,00 para R$ 10,00 em janeiro e para R$ 12,00 em julho) embora também mereçam questionamentos.  Quero me ater à farsa e o motivo pelo qual esta política foi adotada.

Primeiro, para tentar frear a mobilização legítima dos policiais civis e militares, que também amargam baixos salários juntamente com os/as professores/as, pois enfrentar uma segunda greve no primeiro ano de governo poderia comprometer os demais três anos.

Segundo, para dar continuidade a prática política de beneficiar alguns em detrimento da maioria.  O projeto de lei enviado a ALESC comprovam esta política. O aumento de 200%  no vale alimentação(R$ 364,00  para R$ 1.090,00) para os funcionários do TCE é um absurdo,  uma forma disfarçada de aumento salarial.  Não bastasse o que já ocorreu em 2010 em que o vale alimentação foi incorporado ao vencimento e depois criado novamente.

Durante a greve dos profissionais da educação denunciamos que os poderes estariam recebendo os recursos do FUNDEB e todos os poderes saíram em sua defesa, desmentido e comprovando que não poderiam diminuir seu repasse para não comprometer o trabalho.  Nós deixamos claro que não queríamos comprometer o trabalho dos poderes, mas simplesmente que o dinheiro da educação fosse destinado exclusivamente para a educação.

O Governo para dizer que paga o Piso do magistério na carreira, diminuiu as gratificações e achatou a tabela salarial, que propõe descompactá-la em 3 anos mas não nos patamares anteriores, causando uma redução salarial de até 25%.   Alem de pressionar o Governo Federal, juntamente com os demais governadores para que o reajuste anual do Piso seja somente o INPC e não de acordo com a variação do valor custo aluno, conforme aprovado o PL 3776/2008 pelo Senado em 2010.  Para 2011 significa que os professores podem receber um reajuste 15% menor daquilo que estava previsto.

O que mais me revolta é como um governo tem coragem de conceder um vale alimentação de R$ 10,00 a partir de janeiro de 2012, enquanto que alguns poucos privilegiados vão ganhar R$ 1.090,00.   Será que alguns servidores merecem comer melhor que os demais?  Já não bastasse os salários triplicados em relação ao dos professores e policiais.  Deve ser porque alguns servidores trabalham somente 6 horas por dia, que na verdade não trabalham 5 horas, em local com ar condicionado, bem arejado, silencioso, com direito a café e água gelada, enquanto que nós profissionais da educação, trabalhamos com ventilador quando tem na sala de aula e que funciona, outros em quadras sob a luz do sol forte, trabalhamos de 8 a 12 horas por dia com salas superlotadas de alunos e fizemos vaquinha para comprar café.

Alguém pode me questionar: mas os poderes têm seu próprio repasse e autonomia sobre este repasse?  Sim eu respondo, no entanto este repasse é parte dos recursos do dinheiro público, da arrecadação do estado e o gasto de pessoal é único, poder executivo, legislativo e judiciário alem dos órgãos do governo, portanto, estamos todos incluídos no mesmo bolo.

Tenha certeza governador que isto não passará despercebido entre os profissionais da educação.  Em 2012 retornaremos a mobilização com força total.  Nosso compromisso agora é com os alunos e a comunidade escolar mas 2012 está bem próximo.

Marta Vanelli*

*Professora da rede pública estadual e Secretária Geral da CNTE

RG 691.791

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Obesidade infantil deve ser tratada com mudanças no estilo de vida

Escrito em 18 outubro 2011 por Alexandra

Spas adotam programas com tratamentos médicos, psicológico, prática de atividade física, reeducação alimentar e apoio da família para ajudar crianças obesas a ter um emagrecimento saudável.

A sociedade moderna enfrenta um problema muito grave, que vem crescendo rapidamente, a obesidade infantil. O estilo de vida das crianças se modificou bastante fazendo com que muitas delas tenham uma vida sedentária e repleta de alimentos engordativos, por exemplo, hambúrgueres e refrigerantes. Isso contribui muito para que a criança engorde e tenha problemas de saúde que até então eram apenas conhecidos na vida adulta. Além disso, esses jovens podem desencadear doenças psicológicas, como a depressão, por causa de atitudes preconceituosas, principalmente por parte dos colegas de escola.

Para a psicóloga Cláudia Nogueira, que trata a obesidade infantil no Spa Sorocaba, o apoio da família é essencial para que a criança consiga emagrecer e se livre dos traumas causados pelas zombarias. “É importante que a família acolha a criança a tratando com respeito, carinho e sem nenhum tipo de preconceito ou comparações. É necessário ser informada que a obesidade é uma doença que deve ser tratada por uma equipe especializada e multidisciplinar”, diz Cláudia.

A obesidade pode desenvolver transtornos alimentares na adolescência, como compulsão alimentar, bulimia e anorexia nervosa. Também pode causar alterações cardiovasculares, diabetes, problemas na pele e até alterar o crescimento.

Este é um problema da sociedade moderna e segundo dados do Ministério da Saúde já atinge 10% das crianças brasileiras. A nutricionista Karen Amorim Porcelli afirma que quando a criança faz o tratamento adequado e consegue emagrecer ela deve continuar a ter hábitos saudáveis para não voltar a engordar, “o paciente deve manter em seu dia-a-dia os conceitos de educação alimentar que aprendeu, como o consumo de uma dieta equilibrada com calorias e nutrientes equilibrados, que proporcionem um crescimento e desenvolvimento saudável, e a prática de atividades físicas”.

“Estar em um Spa para fazer o tratamento é uma excelente oportunidade, principalmente pelo fato de as crianças terem contato social com outras que enfrentam o mesmo problema. É uma forma de incentivá-los a manter um estilo de vida saudável. Entretanto, ainda são poucos os spas que aceitam crianças e possui programas e profissionais especializados neste público”, afirma Dr. Manoel Carlos Beldi Castanho, cardiologista e responsável técnico do Spa Sorocaba.

O educador físico do Spa Sorocaba, Rodolpho Teixeira Súnica, informa que a prática de exercícios físicos é tão importante para a saúde física quanto para a mental, tendo a capacidade de ajudar a emagrecer e a superar os empecilhos psicológicos que a criança possa ter desenvolvido, “a criança deve praticar atividades físicas nas quais ela sinta prazer, como exercícios aquáticos e aulas envolvendo diversas tarefas a serem cumpridas por um determinado tempo e se puder ser exercida com o direcionamento de um profissional também é uma ótima opção” reforça Rodolpho.

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Lições do caso Rafinha Bastos por Marcos Morita

Escrito em 18 outubro 2011 por Alexandra

O caso ocorrido com o humorista Rafinha Bastos, apresentador do programa CQC, na Rede Bandeirantes, provocou um tremendo mal estar na direção da emissora. Tamanha saia justa causou a demissão do funcionário, o qual popular no Twitter e em outras redes sociais, tem postado comentários nada lisonjeiros. Conforme notícias publicadas na mídia, seu perfil ácido já vinha incomodando seus colegas de bancada, assim como altos executivos da empresa.

Apesar da menor repercussão, já ouvi diversos casos de funcionários que perderam seus empregos, foram preteridos a promoções, queimaram sua imagem, ficaram estigmatizados ou criaram um perfil não condizente com o cargo que ocupam. Em geral não tão famosos, muitas vezes não tem tempo ou chance de explicarem as causas de seus comentários infelizes.  Creio que consiga classificá-los conforme seu momento de carreira.

Os inexperientes: estagiários e principalmente trainees confundem processos seletivos rigorosos com o dia-a-dia da empresa. Exigidos ao máximo durante a contratação, costumam chegar de salto alto aos departamentos. Comentários sobre viagens de intercâmbio, diplomas de universidades de primeira linha e domínios de vários idiomas devem ser comentados somente quando solicitados.

Os recém-chegados: comum em funcionários que passaram longos períodos em outras instituições, os quais têm sempre na ponta da língua a ladainha: “na empresa em que eu trabalhava fazíamos assim ou assado”. Interessante nas primeiras vezes ou quando bem aplicados, tornam-se motivo de chacota entre seus pares. A pergunta que paira no ar: – se era tão bom por lá, porque decidiu sair?

Os muito experientes: este perfil é ainda comum em empresas mais conservadoras. Apesar de contrabalancearem uma reunião ou projeto, podem se tornar uma pedra no caminho, colocando obstáculos às novas ideias através de comentários como: “já fizemos algo parecido na gestão passada ou acredito que não vai dar certo”. Se este for seu perfil, não se surpreenda se não for convidado para reuniões importantes.

Os high performers: constituído pelos funcionários mais bem avaliados em suas funções, seja por mérito, relacionamento ou ambos. Sua autoconfiança extrapola os limites de sua estação de trabalho, atingindo subordinados, pares e muitas vezes clientes e fornecedores. Vale salientar que em épocas de mercado aquecido, fusões e aquisições, seu desempenho pode ser posto à prova, questionado, ou até mesmo colocado a escanteio.

Os fofoqueiros: sua baia costuma ser ponto de encontro, além de ir com frequência acima do habitual ao café da empresa. Utiliza seu relacionamento para realizar seu trabalho ou ajudar os mais próximos. Não obstante uma ferramenta poderosa quando bem utilizada, vale o ditado: “o peixe morre pela boca”.

Em suma, em épocas de longas jornadas, creio que ninguém conseguiria falar somente o estritamente necessário, evitando comentários com duplo sentido ou alguma conotação negativa. O problema começa a ficar mais grave quando você é associado a algum dos perfis acima, potencializando os comentários proferidos. Apesar de não serem divulgados em rede nacional, podem ficar gravados no subconsciente de subordinados, colegas e superiores, comprometendo sua imagem, carreira e lugar de destaque no lado esquerdo do chefe.

Marcos Morita é mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios.

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A Copa do Mundo é Nossa!

Escrito em 15 agosto 2011 por Alexandra

Após o grande esforço realizado para a escolha do Brasil como sede da Copa do Mundo, parece que a preocupação maior agora é a convocação de um time adequado para ganhar a competição, as obras necessárias para o evento, as quais encontra-se em atraso, é tema subsidiário frente às derrotas da seleção canarinho.
Neste mês de agosto foi sancionada a Lei n.º 12.462, a qual instituiu o “RDC – Regime Diferenciado de Contratações Públicas”, um regime especialmente criado para as obras da Copa do Mundo e das Olimpíadas, que tem por objetivo trazer mais eficiência às contratações públicas, dando preferência pela contratação em formato eletrônico.
Os procedimentos anteriormente regulados pela Lei n.º 8.666/93 serão afastados, sendo aplicados somente em casos autorizados pela nova norma, a opção por este novo regime de contratação, apesar de incentivar a inovação tecnológica, a eficiência e a competitividade
entre os licitantes, tem gerado novos debates acerca da sua credibilidade.
A nova lei também autoriza a possibilidade de estipular remuneração variável em relação ao desempenho da empresa contratada, hipótese que certamente trará infindáveis discussões sobre o mérito de premiação, já que além das obras atenderem uma base de metas e o prazo de entrega, também deverão atender aos padrões de qualidade.
Entretanto, a norma também atribui sanções para evitar fraudes e descumprimentos de contratos, a lei autoriza a aplicação de multa e de impedimento do direito de licitar com a União, Estados, Distrito Federal e Municípios pelo prazo de 5 (cinco) anos.
Ora, em breve o país será o centro dos olhares do mundo, é muito importante que tais obras estejam concluídas para a recepção de atletas e turistas, pois além de um enorme legado de infra-estrutura, significará no mínimo quatro anos de divulgação mundial.
Assim, é importante lembrar que o Brasil terá uma ótima oportunidade de transformar a imagem do país, demonstrando que além de praias, diversidade cultural e natural, também temos infra-estrutura e organização para nos consolidarmos como uma economia mundial.

Herbert Barros – Advogado – OAB/PR 51.127

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Pais encontram na adoção lição de vida e amor

Escrito em 11 agosto 2011 por Alexandra

No próximo domingo se comemora o dia dos pais e paternidade é uma relação afetiva que liga a criança ao outro, ao mundo externo. O pai, diz a psicologia, é quem dá o limite, o contorno do diferente. Hoje, garantem os psicólogos, os homens estão mais conscientes do seu papel e buscam cada vez mais atuar na construção psico-afetiva dos filhos, não apenas sendo o provedor do sustento como já foi no passado.

Esse desejo de cuidar se reflete também na adoção. A psicóloga Soraya Pereira, presidente da ONG Aconchego e que há 15 anos trabalha com a adoção no Distrito Federal, diz que o homem, quando toma a decisão de adotar, ou ser pai, é mais consciente. “Ele sabe do seu desejo e da batalha para realizá-lo e o que temos percebido nesses 15 anos é um desempenho cada vez melhor e mais proveitoso desses pais”.

Para Soraya é cada vez maior o número de homens que querem exercer a paternidade e que buscam a adoção de crianças e adolescentes. “Nos encontros sobre adoção realizados pela ONG é cada vez maior o número de homens interessados no assunto – principalmente na adoção tardia, quando o candidato não está a procura de um recém-nascido. Segundo a psicóloga, “os homens são mais tolerantes e investem no aprendizado da paternidade com muito carinho e disciplina”.

Dr. Benedito, como é conhecido, teve a vida transformada após a adoção. Médico há 38 anos, ele conheceu João Paulo nos corredores do Hospital Universitário de Brasília (HUB), enquanto fazia trabalhos voluntários no local. “Certo dia, eu fui instado por uma dedicada voluntária que visitasse uma criança na Enfermaria da Clínica de Cirurgia Pediátrica. Lá chegando, veio ao meu encontro uma criança correndo, trôpega, cabelos ralos, desnutrida, aparentando 1 a 2 anos, com colostomia, sonda na bexiga e arrastava uma bolsa coletora de urina. Ele me abraçou e disse: “papai””, lembra, emocionado. Acostumado a ver mazelas humanas, Benedito resume a experiência: “fui tocado pelo seu olhar que me convidava à uma grande e surpreendente viagem”.

Estar junto de João Paulo transmitia mais do que a vontade de ajudar, repassava uma verdadeira lição de vida. “Ele transmitia-me: olhe bem nos meus olhos, olhe forte e veja eu tenho um problema, mas não sou um problema. Venha, siga-me, eu o levarei a um mundo por todos sonhado, mas habitado por poucos. Um mundo de tolerância, generosidade, solidariedade e compaixão. Mesmo com meu sofrimento eu sou feliz e gostaria que você também experimentasse as emoções de amor e felicidade. Eu não preciso de pena ou caridade, mas de uma oportunidade de me tornar uma pessoa e ser útil ao mundo no qual eu vivo”, revela Benedito.

Naquela época, aos 64 anos, vivendo sozinho, pai de quatro filhos já adultos e avô de seis netos, ele não hesitou ao convite e ao desafio de ser pai. Foi quando começou uma longa história de superação. Não foram poucas as dificuldades devido a doença do filho, as inúmeras intervenções cirúrgicas e sofrimento. “João Paulo viveu em 20 metros no corredor daquela enfermaria por 3 anos”, relembra.

Hoje João Paulo é um adolescente de 15 anos e continua ensinando e aprendendo junto com o pai as grandes lições do amor incondicional. “Hoje decididamente não sou a mesma pessoa. A cada momento me convenço que acertei em aceitar aquele convite. Ele tem me ensinado o amor incondicional. Amor incondicional não é um sentimento focal, direcionado a uma pessoa ou coisa. É difuso, passa-se a gostar mais da vida, a acreditar que a raça humana é viável. O amor é terapêutico na medida em que cura nossos medos, dá verdadeiro sentido a vida. É transcendente, não é estático é dinâmico, gera anseio de evoluir através dele”, reflete.

Deusdedit também tem muito o que comemorar no Dia dos Pais. Ele é pai de nove filhos, sendo quatro biológicos e cinco adotivos. Entre eles, gêmeos que chegaram em casa com quase 5 anos de idade. Hoje, os meninos que têm 16 anos riem ao lembrar do quanto chamava a atenção aquela família tão diferente, com pais brancos e filhos brancos e negros. Separado, hoje Deusdedit vive com cinco dos nove filhos, três adotados e dois biológicos – mas os laços de sangue não fazem a menor diferença para eles.

Geraldo vai ser pai no final do mês. Murilo será o primeiro menino de uma família também construída pela paternidade biológica e adotiva. Isadora, a filha mais velha, tem 10 anos. Depois veio Maria Vitória, que chegou por meio da adoção. A menina que está com quase três anos tem deficiência auditiva. Mas para Geraldo também não existe diferença.

Benedito, Deusdedit e Geraldo são apenas alguns pais modernos que acreditam e exercitam com consciência e determinação o cuidar, tão fundamental na vida de uma criança. São homens interessados em acertar e fortalecer a filiação e a paternidade. E acreditam que a adoção é apenas uma outra maneira de ser pai.

Grupo de Adoção Tardia

Brasília – enviado por e-mail

Corrupção generalizada II

Estão estampadas em todos os jornais e revistas as notícias cafés-requentados de corrupção no governo federal. Este título já foi utilizado por mim há muitos anos, por isso houve necessidade do II.  Mas, as denúncias são no mesmo estilo, da mesma forma, os acusados agem do mesmo modo, tanto no “modus operandi quanto no modus “defesandi”. Não sabia, não conhece, nunca viu. Depois de algumas imagens; ah, fui apresentado, mas não sabia que ele era ele mesmo. E assim, o festival de cinismo, a versão mais característica de uma administração pública que não pune e se constituiu como sinônimo de corrupção.

Já há corrupção no próprio significado da palavra. Alivia o que seria apenas furto qualificado, por o objeto ser dinheiro público. Pode ser elevada a significar roubo, dependendo da violência aplicada. Para se começar um enfoque correto, seria preciso trocar a escrita leve para o que efetivamente ela é: furto ou roubo do dinheiro público.

Outra qualificadora é o fato de ser sempre oficial. Consta um valor real do contrato que, em surdina e previamente combinado, um percentual, com denominação de participação no lucro, cláusula de sigilo ou confiabilidade, com muita pompa, galhardia e oficialidade, volta para os bolsos dos farsantes. Num país com instituições fiscalizadoras já consolidadas, bastaria o patrimônio incompatível com a renda dos funcionários para configurar claramente a ilicitude.

Dureza mesmo é que a corrupção passou a ser generalizada em toda a extensão do território nacional, bem como nos órgãos do mais baixo até chegar à famosa Casa Civil da Presidência da República, que se tornou seu símbolo máximo, tendo as caras de José Dirceu e de Erenice Guerra como retrato físico.

Não há nada de aprendizado nessa esbórnia toda. Tamanho é o problema e tão arraigado que nada é novidade; todos os mecanismos são conhecidos; as personagens, também e tolerância e desfaçatez de todos. Todas as instituições púbicas possuem seus órgãos de Controle Interno. Existe Procuradoria Geral da República com representação em todos os estados; existe Controladoria Geral da República; existem tribunais de conta de perder de vista. Órgãos existem. O quê que há meus pais; quê que há! Há dissimulação demais, falta de comprometimento com as próprias atribuições e, também há muita gente interessada e querendo a corrupção subjetivamente; mas obrigada objetivamente a ser contra.

Mas sempre há um aspecto que se torna diferenciado ao menos na aparência. No caso do governo Dilma Rousseff, o fato de ela atribuir a responsabilidade aos ministros sobre seus comandados, já que era cultural dizer apenas que desconheciam o que tinham por obrigação conhecer. Outro ponto relevante é que muitas denúncias surgirem de gente indicada por seu antecessor aponta que ou ela realmente tem um perfil de intolerância com a corrupção, ou não assimilou corretamente a lição do mestre. Além disso, vai ficar claro que a presidenta terá que fazer uma escolha entre agir forte, como deveria, arriscando a incompreensão da população e não conseguir a reeleição; ou mudar para o jogo da tolerância com a corrupção desenfreada e assegurar seu próximo mandato com tranquilidade, sempre em nome da governabilidade, outra vertente dos vários sinônimos de corrupção. O Brasil só ganharia se a presidenta optasse pelo risco da perda pessoal em prol da coletividade. Ah se presidenta decidisse por essa grandeza! Ah se a população se agigantasse e retribuísse essa opção da presidenta! A corrupção deixaria de ser endêmica e passaria a casos isolados, como a é em todas as democracias consolidadas.

Independente da escolha que fizer, a presidenta será forçada a matar muitas baratas, por opção ou não. Mas não pode demorar. Duas precisam ser chineladas já, rapidamente: os ministros da Agricultura – sem mais comentários, e o da Educação, pelo histórico de desserviço prestado.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP

Bel. Direito

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Dilma entre baratas e ratos

Escrito em 25 julho 2011 por Alexandra

“Cada vez que uma barata surge na sua frente, Dilma Rousseff não pestaneja – dá-lhe logo uma chinelada mortal. Assim, o colunista Fernando de Barros e Silva começa um artigo no jornal Folha de São Paulo, de 17 de julho último, em referência às exonerações de funcionários do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT, após a enxurrada de denúncias de corrupção.

Matar as baratas é necessário, o mínimo que a presidente ou qualquer gestor público deve fazer; mas não é suficiente.  A presidente deve ter sido educada como a maioria das crianças de família de valores deste país. Se um dia ela chegou com um brinquedo de uma amiga em casa, além de ter de explicar de que forma conseguiu, foi repreendida por não ter consultado seus pais antes, além de ser obrigada a devolver, se a forma de aquisição não foi correta do ponto de vista de seus pais.

O maior problema da corrupção no Brasil é que ela é institucionalizada, tolerada na administração pública em geral. Pode até haver exceção, mas de tão rara, nem chega ao conhecimento nem é percebida pela sociedade. Nenhuma medida de combate existe, se não  divulgação na mídia. As providências limitam-se às reprimendas públicas, muitas vezes somente para dar satisfação à opinião pública. É do conhecimento de todos como e por que ela ocorre, com fingimento de desconhecer seus métodos e sua prática generalizada. Até o ministro Paulo Bernardo afirmou ser impossível administrar apenas parte de dinheiro do DNIT sem que escorra para o ralo. Nada mais desolador;  prova inconteste da rendição do Estado.

A falta de punição rigorosa já é por demais comentada e já virou clichê, prato cheio para manter a cadeia da corrupção. Outro incentivo é não retirar o patrimônio adquirido que, também, já se tornou mais um clichê.  Alega-se sempre que há o lado do corruptor privado. É fato que um sem o outro não existe, mas quem tem o dever de zelar e quebrar a corrente é quem exerce função pública. Seria importante que os jornais criassem um espaço, uma seção, um caderno só para acompanhar o desenrolar dos casos de corrupção e o Estado brasileiro crie as punições rigorosas e os mecanismos para desestimular a corrupção institucionalizada. Se elas não são criadas é porque muitos se beneficiam direta ou indiretamente, ainda que finjam contrariedade.

Ninguém sabe se há alguma investigação sobre o enriquecimento de Agaciel Maia,  ex diretor geral da Câmara dos Deputados; do ex deputado federal Edmar Moreira, que possuía um castelo avaliado em 25 milhoes de reais; sobre as prefeituras de Dourados/MS, Campinas, Taubaté e Taboão da Serra, em São Paulo, apenas casos que repercutiram na imprensa. Todos estão a rir do povo brasileiro, com o carimbo da certeza de que a corrupção vale à pena; nem se fala mais nada do Midas mor, Antonio Palocci.

A presidenta Dilma Rousseff não era inocente quando entregou o galinheiro, o Ministério dos Transportes e seu DNIT, para a raposa tomar conta, o Partido da República; que tem a cara de Waldemar Costa neto; que reflete a corrupção na sua inteireza.  O ponto positivo é que a presidenta tem agido como deve, exceção ao caso do ex Midas, e afastado as pessoas envolvidas. Mas se o dinheiro da corrupção não voltar aos cofres públicos, o resultado final no governo de Dilma Rousseff se torna igual aos demais casos de corrupção.

Todas as instituições públicas precisam se inteirar, se comunicarem mais entre si, com atuação eficiente para punir severamente os corruptos, sem importar o lado. Seria preciso criar um espírito geral de tolerância zero com a corrupção. Por enquanto, há mesmo muita tolerância, conivência e fingimento em todas as instituições públicas.

As estratégias que, e se, fossem criadas para combater a corrupção seriam relevantes se abortassem no nascedouro. O problema é que só aparecem quando os envolvidos já possuem mansões, jatinhos, ou quando, no mínimo, já multiplicaram o patrimônio por 20.  Só com gritos e cara feia a presidenta não tem amainado a gana da corrupção. Mais do que matar, é preciso evitar o surgimento das baratas.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP

Bel. Direito

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