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		<title>Prefeitura promove palestra sobre Família</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 00:58:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apresentações culturais também estão sendo agendadas para compor a palestra que faz parte da Semana Municipal da Família.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/familia-projeto-de-Deus1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9454" title="familia - projeto de Deus" src="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/familia-projeto-de-Deus1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Prefeitura de Camboriú realiza nesta quinta-feira, dia 17, uma palestra aos munícipes, com o intuito de resgatar os valores morais e éticos das famílias. O evento será realizado a partir das 19h30min, no auditório da Escola Anita Bernardes Ganancini, localizada na Rua Monte Castelito, n°39, bairro Monte Alegre.</p>
<p>O Vice-Prefeito Milton Antônio da Silva, que irá coordenar a palestra, afirma que durante a noite será abordado o papel da família na sociedade. “Gostaria de convidar toda a comunidade de Camboriú para prestigiar esse encontro, onde iremos falar sobre a defesa social da família, que é a instituição mais importante dentro de uma sociedade” declarou Milton.</p>
<p>Apresentações culturais também estão sendo agendadas para compor a palestra que faz parte da Semana Municipal da Família.<span style="color: #888888;"><br clear="all" /></span></p>
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		<title>‘Paraísos Artificiais’ estreia sexta-feira no GNC em Balneário Camboriú</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:03:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<description><![CDATA[Longa de marcos prado traz nathalia dill como dj numa história sobre amor, drogas sintéticas e música eletrônica]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/paraisos-artificiais.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9449" title="paraisos artificiais" src="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/paraisos-artificiais-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Longa de marcos prado traz nathalia dill como dj numa história sobre amor, drogas sintéticas e música eletrônica</p>
<p>Da Zazen Produções, mesma de “Tropa de Elite”, e do premiado diretor Marcos Prado, “Paraísos Artificiais” entra em cartaz nesta sexta em mais de 200 salas de todo o Brasil. O filme narra uma comovente história de amor em pleno boom da música eletrônica no Brasil, tomando como pano de fundo as intensas celebrações ravers. Na direção e produção, os papéis se inverteram: Marcos Prado – premiado diretor de “Estamira” – assina seu primeiro longa de ficção, e José Padilha – que dirigiu Tropa 1 e 2 – assina a produção de Paraísos.</p>
<p>No papel mais ousado da carreira, Nathalia Dill encarna sua primeira protagonista no cinema – a delicada Érika, uma bem-sucedida DJ internacional. Os promissores atores Luca Bianchi – na pele do vivaz Nando – e Lívia de Bueno – que interpreta a destemida Lara – também protagonizam a trama. Em um enorme festival de arte e cultura alternativa com ares de Woodstock e trilha sonora de música eletrônica, os três vivem experiências sensoriais intensas que trazem enormes consequências para o resto de suas vidas.</p>
<p>Habituado ao registro documental da realidade, Marcos Prado não fez concessões ao abordar temáticas delicadas, como o consumo de drogas sintéticas e o envolvimento de jovens de classe média no tráfico internacional de entorpecentes. Em busca de argumentos reais para desenvolver a ficção, Marcos entrevistou policiais e traficantes, visitou raves e festivais em diferentes países, e submeteu os protagonistas a um exaustivo processo de preparação, comandado pela experiente Fátima Toledo. “O filme não é moralista nem faz apologia”, adverte o diretor, fiel também às suas convicções ao filmar cenas de amor autênticas e corajosas.</p>
<p>Rodado em Amsterdã, no Rio de Janeiro e na idílica Praia do Paiva, em Pernambuco, “Paraísos Artificiais” apresenta cenários grandiosos, construídos para receber cerca de seis mil figurantes – 1,5 mil em apenas uma das cenas. Foram reproduzidas grandes festas do Brasil e da Europa. A superprodução contou com o trabalho de alguns dos melhores profissionais do país – muitos egressos da equipe técnica de “Tropa de Elite”, como Lula Carvalho (diretor de fotografia e câmera), Claudia Kopke (figurinista) e Cláudio Amaral Peixoto (diretor de arte).</p>
<p>O Diretor: Marcos Prado</p>
<p>Marcos Prado nasceu no Rio de Janeiro em 1961, e construiu uma vitoriosa carreira como fotógrafo antes de transformar-se no bem-sucedido produtor e cineasta. Desde 1997, é sócio-diretor da Zazen Produções, ao lado de José Padilha, e já acumula um vasto currículo de prêmios. Como produtor, assina os premiados “Os Carvoeiros” (1999), “Ônibus 174” (2002), “Tropa de Elite” (2007) – Urso de Ouro no Festival de Berlim – e “Tropa de Elite 2” (2010) – filme mais assistido na história do cinema nacional, com 11,2 milhões de espectadores. Como diretor, assina “Estamira” – documentário de maior público nos cinemas em 2006, que lhe rendeu 33 prêmios nacionais e internacionais – e a polêmica campanha “É a Gota D’Água” – 12 milhões de views no Youtube em menos de um mês. “Paraísos Artificiais” é a estreia de Marcos Prado na direção de longas de ficção.</p>
<p>Como nasceu “Paraísos Artificiais”?</p>
<p>Quem me chamou a atenção para a temática do filme foi o ator Bernardo Melo Barreto, que integra o elenco principal. Isso foi há cinco anos, num contexto de recorrentes prisões de garotos de classe média por tráfico de drogas sintéticas no Rio de Janeiro e em outros estados do Brasil. Há tempos tenho uma preocupação com certos tipos de excessos, aos quais a juventude contemporânea está exposta nos ritos de passagem para a vida adulta. Dei-me conta de que meu filho, na época com 15 anos, conviveria com tudo isso e pensei que, se fizesse um filme sobre o tema das drogas sintéticas, poderia de alguma forma alertá-lo. Mas conforme fui me aprofundando na pesquisa, que durou mais de quatro anos, muitas perguntas sem respostas surgiram: por que jovens com oportunidade se envolvem com a criminalidade? O prazer “artificial” das drogas anestesia ou aproxima os jovens? As festas refletem um vazio existencial coletivo ou uma comemoração à extrema liberdade? Como encontrar a própria identidade em meio à superficialidade, agitação e excessos do mundo imediatista? Os relacionamentos estão sem profundidade ou mais soltos e sinceros? A juventude está em um abismo ou em um divisor de águas? O filme não responde a nenhuma dessas perguntas, mas abre portas para o debate.</p>
<p>Você também assina o roteiro&#8230;</p>
<p>Sim, o argumento é meu, fruto de um longo processo de pesquisa que se estendeu por quatro anos. É uma história original, eu sabia o que queria contar, mas não sou roteirista, então precisava de profissionais para roteirizarem minhas ideias. Depois de algumas tentativas, cheguei enfim aos talentosos Pablo Padilla e Cris Gualda. Quando fizemos tratamento final, eles pediram para que eu também assinasse, mas eu não quis, acho que é mérito deles. Aí, quando rodamos o filme, mexi, mudei, adaptei e improvisei muita coisa, e embora eu acredite que seja função do diretor fazer isso, eles acharam que seria mais justo eu assinar junto. Acabei concordando.</p>
<p>De que forma se pautou e se desenvolveu a pesquisa para o filme?</p>
<p>Sempre gostei de música eletrônica e tenho alguns amigos DJs. Frequentei festas “privates” entre 1999 e 2002. Nessa época, tive a oportunidade de conhecer as lendárias raves de Vargem Grande. Mas a seleção natural me tirou dali e me distanciei um pouco da cena. Quando resolvi mergulhar de cabeça na pesquisa para “Paraísos Artificiais”, fui a muitas grandes festas, como XXXPerience, Chemical, Tribe, e Orbital, e visitei duas edições do festival de arte e cultura alternativa Universo Paralello. Fui também ao Burning Man (EUA) pouco antes de rodar o filme. Além de conhecer pessoalmente esses ambientes, entrevistei psicanalistas, sociólogos, antropólogos e policiais que haviam prendido garotos de classe média envolvidos com o tráfico; conheci “mulas”, traficantes e quadrilhas. Fui ainda a clínicas de reabilitação e estavam todas lotadas. Há muita gente com síndrome do pânico e em depressão por consequência do uso de drogas. Na época, o Zuenir Ventura estava fazendo um livro sobre essa geração, e pudemos trocar contatos e experiências que havíamos acumulado até então. Li livros como “Amor Líquido” e “Tempos Líquidos” do Zigmunt Bauman, “Festa Infinita” de Tomás Chiaverini e “Você quer o que deseja?” de Jorge Forbes; assisti a filmes como “The Doors” (de Oliver Stone), “Réquiem para um Sonho” (de Darren Aronofsky), “Groove” (de Greg Harrison) e o alemão “Berlin Calling” (de Hannes Stöhr). São algumas das referências e inspirações para “Paraísos Artificiais”.</p>
<p>Como você entrou em contato com traficantes?</p>
<p>Não é difícil. Você vai às festas, vê quem está usando drogas, pergunta e acaba descobrindo. Falei com uns que foram presos e quiseram ajudar. Tiveram outros que, por iniciativa própria, entraram em contato comigo via internet. Eles contam histórias comuns: começaram a se drogar, não tinham dinheiro para comprar e passaram a traficar. São garotos de classe média que poderiam levar uma vida normal.</p>
<p>O filme mostra um festival de música eletrônica na praia, com clima que remete ao movimento hippie. É um pouco diferente das festas que conhecemos. Foi uma das descobertas feitas na pesquisa?</p>
<p>Eu tinha ouvido falar em um festival de arte e cultura alternativa chamado Universo Paralello e fui conhecer. Isso foi há cinco anos. Fiquei fascinado com o que vi e resolvi reproduzir aquilo no filme. São 10 mil pessoas acampadas sem comunicação com o mundo exterior. Gente de diversas partes do planeta – hippies e neohippies; jovens, crianças e velhos; e muitos &#8220;turistas&#8221;, como eu, alheios à cena. Uma tribo nada parecida com a que cruzei nas raves urbanas. Ali, naquela praia deserta, paradisíaca e harmônica da Bahia, rodeado de coqueiros, entre o mar e o rio, me senti num Woodstock – tropical, eletrônico, místico. Encontrei pessoas com ideologias próprias, que buscam viver dentro de novos valores, celebrando juntos o grito da liberdade, da contracultura, dos que não aceitam o &#8220;sistema&#8221; nem os valores que o mundo nos impõe. Gente querendo viver de maneira alternativa. Senti essa mesma sensação no Burning Man (EUA) – outro festival que certamente irei voltar.</p>
<p>-A música é um elemento importante no filme. Como foi produzida a trilha?</p>
<p>A trilha sonora original foi composta pelo Rodrigo Coelho e produzida pelo Gustavo MM. Achei sensacional! O Gui Boratto compôs a música-tema do filme: “Paraísos Artificiais”. Sou fã do som do Gui há muito tempo. Ele é muito talentoso e consegue dar um clima cinematográfico a todas as suas composições. Há também outros DJs e produtores renomados da cena eletrônica com músicas selecionadas para a trilha, como Deadmou5 – autor do tema de abertura e de término do longa –, Renato Cohen, Flow &amp; Zeo, Froga Cult, Magnetrixx&#8230; Eu não queria definir a época em que o filme se passa, mas a história é narrada em três diferentes momentos ao longo de seis anos, e eu queria que as músicas determinassem a lógica da passagem do tempo de acordo com o período em que fizeram sucesso. As pessoas da cena vão reconhecer, embora a lógica temporal não tenha sido seguida à risca. Pedi ao Franklin Costa (nosso consultor de música eletrônica) umas cinco opções para cada cena de festa, e encaixei de acordo com o meu gosto.</p>
<p>Exploramos diferentes vertentes da música eletrônica, mas tem também folk, indie, rock. Na cena do peiote, a música é “Daydream”, do Ash-Ra Tempel. Quando a ouvi pela primeira vez, consegui visualizar a cena inteira. Aí tive que ir até Berlim encontrar o Manuel Gottsching (fundador da banda e um dos precursores da música eletrônica) porque ele não queria ceder a música. Mostrei a cena, ele achou sensacional e concordou.</p>
<p>O título é inspirado no livro “Paraísos Artificiais”, de Baudelaire?</p>
<p>Sim. Foi sugestão do James Darcy, um amigo que já trabalhou conosco na Zazen. Li o livro e achei que o título se encaixava perfeitamente no filme, embora aborde outra época – meados do século XIX – e o consumo de outras drogas – vinho, ópio e haxixe.</p>
<p>Que cuidados foram tomados ao tratar a questão das drogas?</p>
<p>As drogas aparecem de forma passiva: não é um filme sobre drogas, é uma história de amor e superação. O consumo e o tráfico são evidentes, mas não sou moralista nem faço apologia. Acho que está bem equilibrado, estão na trama possíveis consequências de tudo, “good trips” e “bad trips”, ações e reações.</p>
<p>Qual é a sua posição no debate sobre as políticas de combate às drogas?</p>
<p>Não sou a favor da legalização de todas as drogas. Vai deixar alguém comprar cocaína e crack na farmácia? Não tem cabimento, são vícios muito perigosos, é arriscado demais legalizar. Mas as políticas contra as drogas são muito equivocadas. A proibição é o que dá origem à máfia e aos problemas de segurança pública que temos hoje. Esse tema é delicado e precisa ser discutido profundamente.</p>
<p>Sou a favor da liberação do cultivo caseiro da maconha para consumo próprio. Em alguns países da América Latina e da Europa, já vigora a lei que permite o home grow. Sou a favor disso porque acho que o problema das drogas é como as pessoas se relacionam com elas. Lícitas ou ilícitas, elas sempre vão existir. São hábitos culturais, sociais e antropológicos. Mas as pessoas precisam ser responsáveis com o livre-arbítrio, viver em sociedade implica sim em respeitar regras, desde que essas regras também respeitem a liberdade e a individualidade de cada cidadão.</p>
<p>Cada droga deve ser pensada individualmente. No caso das sintéticas, acho que faltam políticas de redução de danos. Campanhas para informar os jovens sobre os riscos são fundamentais. O consumo é desregrado, não há informação, os jovens misturam diversas substâncias sem saberem como o organismo reage a essas misturas, que podem ser fatais.</p>
<p>Seus documentários já lhe renderam muitos prêmios – só com Estamira foram 33. Este é o seu primeiro longa de ficção. Como você avalia esta transição?</p>
<p>Foi um dos maiores desafios da minha vida. Eu já estava acostumado com grandes sets e as dificuldades logísticas que eles implicam porque produzi os “Tropa de Elite”, mas estar à frente como diretor é muito diferente. São muitas demandas, e você tem de lidar com quinhentos zeros e vários egos, além do seu próprio. Obviamente, me cerquei de uma equipe muito competente, vários egressos dos “Tropa”. Foram eles os alicerces que me deram segurança para essa transição. Fiquei tão seduzido pelo desafio que já estou começando outro longa de ficção, desta vez sobre as gangues de torcidas organizadas. Chama-se “Nó na Garganta”, é uma história minha inspirada no livro “Entre Derrotas e Vitórias”, de Raphael Michael. Contratei o Felipe Bragança para roteirizar. Mas essa transição do documentário para a ficção não se trata de um caminho sem volta. Gosto de contar histórias, e se eu achar que determinado tema será mais bem contado como documentário, vou fazer. O tema é sempre determinante na minha escolha.</p>
<p>A direção de atores foi um desafio?</p>
<p>No documentário, você não dirige atores. Na ficção, eles passam por um penoso processo de preparação até se encontrarem em seus personagens. Mas, às vezes, quando você vai rodar a cena, você sente que está faltando algo. Aí você tem de usar a intuição. Improvisei bastante. Dizia pros atores esquecerem o roteiro e ficarem só com a ideia. Ensaiávamos na hora, trazendo coisas novas. Nesses momentos, a inteligência e a sensibilidade dos atores são fundamentais. Eles adoram improvisar.</p>
<p>Por que Nathalia Dill, Luca Bianchi e Lívia de Bueno?</p>
<p>Como documentarista, busquei atuações realistas, química, sinergia. O processo de seleção é sofrido demais pros atores porque a Fátima os faz ficar à flor da pele, mas permite que eu faça as escolhas com convicção.</p>
<p>No fim do processo, ouvi da Fátima que a Nathalia tinha um “cardápio emocional mais completo” e pensei: “Cardápio emocional&#8230; Gostei. Vou usar!” (risos). O trabalho da Nathalia foi excelente! Ela se jogou e fez cenas de sexo e nudez sem pudor. E não teve dublê. Os atores me deram muito crédito. Uma das cenas de sexo surgiu durante as filmagens. Não estava no roteiro. Havia só um ensejo, mas pensei: “Por que não fazer uma baita cena?”. Conversei com os atores, que confiaram no meu gosto. A Nathalia teve certo receio quando viu o resultado, mas ninguém pediu pra mudar. Falei pra ela que terei direito a pelo menos 10% dos R$ 2 milhões que a Playboy vai oferecer (risos).</p>
<p>O Luca foi uma grata surpresa, e sua extrema sensibilidade foi determinante para ganhar o personagem. Ele foi muito dedicado tanto no processo de seleção quanto na preparação, se abriu completamente e nos convenceu de que estava pronto para encarar a complexidade do Nando.</p>
<p>A personagem da Lívia é um raio de luz na trama, e a Lívia foi um raio de luz para o filme. Sua participação foi fundamental, ela ajudou na química entre os protagonistas e até na relação deles com esse universo da música eletrônica, que ela conhece com mais intimidade. Tamanha foi a sua entrega que a sensação que ficou não foi de que o papel tinha sido feito pra ela, mas de que ela tinha sido feita pro papel, pareceu ter nascido pra ele.</p>
<p>Você não fez concessões ao filmar as cenas de sexo, que são muito autênticas e corajosas. Por que essa conduta?</p>
<p>Sei que essas cenas causam um processo de seleção natural no público. É uma postura ideológica. Para alguns, pode parecer excessivo, mas eu questiono o porquê das cenas de sexo no cinema nacional serem sempre tão ensaiadas, apenas insinuarem com covardia. Por que não mostrar? Esses e outros momentos do filme, como o do peiote, têm a ver com o conceito da trama, com a experiência sensorial que a droga permite. Eu queria essa clareza nas cenas de sexo, e eu precisava da confiança e entrega dos atores para que o resultado parecesse real. Criei um clima propício para que eles ficassem à vontade para encenar. Nada muito estudado ou coreografado. Foi intuitivo e o resultado foi sensacional.</p>
<p>Foram contratados seis mil figurantes. Que desafios logísticos as cenas de muita figuração impuseram?</p>
<p>Chegamos a fazer cenas com 1500 figurantes. As da boate em Amsterdã tinham 500. As do festival tinham 300 selecionados a dedo, que gravaram todos os dias e se juntaram a outros 1200 para gravar um dia. Aí foi difícil controlar tanta gente. Tinha uma tenda de circo montada para receber, vestir e alimentar todo mundo. Dezenas de ônibus para transportar a galera de Recife para a Praia do Paiva. O Raoni (assistente de direção) passou dois meses selecionando pessoas de Recife e Olinda para chegarmos aos 1500.</p>
<p>Em suma, “Paraísos Artificiais” é&#8230;</p>
<p>&#8230;uma história de amor, de paixão, sobretudo de relações humanas. Um filme repleto de polêmicas, sensualidade e sinestesia. Não é moralista, mas também não faz apologia às drogas. É um filme sério para jovens e não tão jovens assim. Como documentarista, quis retratar um pouco de tudo que absorvi ao longo da minha extensa pesquisa. Foram inúmeras viagens, festas e entrevistas. Conversei com muita gente – sociólogos, psicanalistas, jornalistas, traficantes, viciados, pais de garotos encarcerados, DJs, produtores – para tentar entender quem é esse jovem multifacetado que vive nesse mundo conturbado de hoje; que valores, ideologias e bandeiras ele abraça para não sucumbir à corrida desenfreada do consumo, à superficialidade dos relacionamentos e à necessidade de se viver o momento intensamente e sem limites, como se não houvesse o amanhã. Na verdade, o filme não traz respostas às minhas questões, mas deixa a porta aberta para discussão e reflexão. “Paraísos Artificiais” vai tentar mostrar os dilemas de uma juventude livre para amar, escolher, experimentar, criar e reinventar a própria vida em busca de identidade, além dos contraditórios caminhos traçados pelo destino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nathalia Dill (Érika)</p>
<p>Formada em direção teatral pela UFRJ, a carioca Nathalia Dill, de 26 anos, já havia participado das séries “Mandrake” e “Malhação”, bem como de algumas peças, quando protagonizou sua primeira novela – “Paraíso” (2009). Repetiu a dose em “Escrito nas Estrelas” (2010) e foi uma das estrelas da elogiada “Cordel Encantado” (2011). Antes de interpretar Érika – sua primeira protagonista no cinema – em “Paraísos Artificiais” (2012), fez participações nos filmes “Tropa de Elite” (2007), “Feliz Natal” (2008) e “Apenas o Fim” (2009). Nathalia está agora no elenco de “Avenida Brasil” (2012) – novela das 21h da Rede Globo.</p>
<p>Como você avalia essa primeira experiência como protagonista no cinema?<br />
Foi muito bacana. A primeira vez que entrei em um set de filmagem foi em “Tropa de Elite”, como parte do elenco de apoio. A equipe era a mesma que fez “Paraísos Artificiais”. Eu lembro bem do Lula Carvalho, que é um líder no set, do povo do figurino&#8230; Ocupar um espaço diferente nesse mesmo ambiente, com pessoas que eu já admirava, foi muito legal. Um misto de conquista, sonho realizado, prazer enorme. Isso ocorreu em quatro anos. Além disso, o cinema proporciona uma liberdade e tem uma poesia que dão muito prazer. O Marcão (Marcos Prado) é um diretor muito aberto, que conversa conosco e permite que façamos o nosso trabalho de maneira mais lúdica.</p>
<p>Você já fez teatro e tem uma carreira sólida na TV. Como enxerga a possibilidade de ampliar o seu campo de atuação?</p>
<p>O que há de mais interessante em ser ator, além da possibilidade de se comunicar com o público, é transitar entre todas as linguagens. Eu vim do teatro – fiz faculdade de direção teatral na UFRJ –, passei pela TV e, agora, também pelo cinema. O fato de estar fazendo cinema me permite falar com outros espectadores e tornar-me uma artista mais completa. Mas nunca quis deixar o teatro de lado. Não o acho menos importante pelo fato de atingir um público menor. No meu caso, bem menor, porque minhas peças foram um fracasso (risos). Meus projetos pessoais sempre estiveram ligados ao teatro. Agora, porém, começo a me perguntar por que não produzir um filme ou uma série, por exemplo. Fiquei aberta a isso depois das experiências em Paraísos.</p>
<p>No set, nasceu o jargão “freestyle”, usado pelo Marcos Prado para pedir que vocês não se prendessem ao roteiro. Foi estimulante ter essa liberdade para criar?</p>
<p>Era uma loucura (risos). O “freestyle” é o Marcos Prado. Mas não tinha outra forma de fazer esse filme, que é muito sensível, assim como o Marcos. O “freestyle” respeita isso. Por mais que tenha sido uma loucura lidar com as mudanças repentinas, havia um fundamento que era a sensibilidade dele. E isso é real, vem de algum lugar. Quem é sensível percebia os motivos das mudanças. No fundo, toda arte deveria seguir essa sensibilidade. Uma coisa é estar dentro de uma sala pensando diante de um papel, outra é estar em uma praia filmando com milhões de pessoas. Isso é mais real que o roteiro escrito três anos antes. O que mais acontece é você estar em um dia péssimo na TV, mas ter de fechar o plano de qualquer jeito. Isso não faz o menor sentido na arte.</p>
<p>O que você conhecia sobre o universo da música eletrônica? Viver a Érika mudou a sua maneira de enxergá-lo?</p>
<p>Não conhecia absolutamente nada. Tinha muito preconceito. Não ouvia e nem entendia. Aquilo não fazia o menor sentido para mim. Eu me perguntava: “Por que essa música?” (risos). Gosto muito de canção, de rock, samba, letra, palavra. E mudou tudo. Na profissão de ator, você pode conhecer, estudar e se abrir para as coisas. O processo da Fátima (Toledo) me colocou nesse ambiente de música eletrônica e trouxe informações, filmes, músicas e ideias. Acabei entendendo e, hoje, respeito a música eletrônica. Ouço e até curto agora (risos). Bom que isso tenha acontecido na minha vida. Outro dia, uma tia veio perguntar: “Que música é essa?” (risos). Disse para ela – não sei se falei besteira – que o trance vem de “transe” porque é um ritmo visceral. Você se deixa levar e a música te transporta para outro lugar. A rave tem muito disso. E sempre em contato com a natureza. Pode ser na floresta ou na praia. Estar aberto a isso no meio da natureza e no ritmo daquelas batidas pode proporcionar uma experiência mais sensorial do que intelectual. Foi bacana ver que isso existe e é legal.</p>
<p>Sua personagem é uma promissora DJ. Você aprendeu a discotecar?</p>
<p>Conheci o DJ Franklin, que me explicou toda a história da música eletrônica e me colocou para brincar no equipamento. Mas é muito difícil (risos). Fiquei tentando e foi divertido. Ele me deu o vídeo de um episódio de um programa em que uma mulher que tocava música clássica penava para aprender a discotecar em uma semana. Se para ela, que entende de música, foi difícil, imagina para mim. Dá para mixar coisas simples, como botar alguém para falar no meio da música. Também entendi a mesa, onde ficam o grave, o médio e o agudo. Mas não dá pra botar som. Ele falava: “Aumenta o médio. Tira o agudo.” (risos), mas eu não conseguia fazer no ritmo.</p>
<p>A Érika consome drogas pouco conhecidas, como o peiote e o GHB, e as cenas ilustram os efeitos dessas substâncias. Você fez alguma pesquisa para saber como elas atuam na consciência?</p>
<p>Não pesquisei como as pessoas reagem ao consumir drogas. Fomos por outro caminho. Tem a cena em que a Érika tem uma “bad trip” e a Lara tem uma “good trip” depois de tomar peiote. Resolvemos pensar no que seria uma bad trip para mim, quais seriam os meus medos e o que me tiraria o chão. Procuramos imaginar também o que seria a bad trip da Érika e o que é comum entre os temores das duas. Não sei o que acontece quando uma pessoa toma peiote. Só descobri que isso faz parte da tradição dos índios americanos. A cerimônia do peiote é de autoconhecimento.</p>
<p>Durante a filmagem de uma dessas cenas, você quase foi atacada por um búfalo&#8230;</p>
<p>Eu quase morri várias vezes (risos). Mas foi culpa minha. Os búfalos já estavam meio irritados e eu entrei numa de ir lá falar com um deles. Cheguei perto demais. Engraçado que, como estávamos fazendo a cena da bad trip, eu estava sem blusa – era para estar totalmente nua, mas a calça era bonita e resolveram deixar. Nisso, o búfalo veio para cima de mim e um dos rapazes que tomava conta deles o parou com um cajado. Aí, eu fui abraçar o cara e agradecer (risos). Tem uma imagem dele me olhando meio constrangido (risos) enquanto eu agradecia sem me dar conta. Você esquece que está nua. Espero que tenha sido legal para ele (risos).</p>
<p>Também fomos filmar um amanhecer no Arpoador, no Rio, e uma onda me encharcou. Tivemos de esperar até o anoitecer para fazer a cena.</p>
<p>E o que seria uma bad trip para você?</p>
<p>Pensei no que tenho e poderia perder. Meus familiares, minha casa, minha profissão. Achei muito legal que, pelo trabalho da Fátima, dificilmente eu faria um personagem muito diferente de mim. Não teria como fazer uma senhora de 50 anos ou um garoto negro porque o método é muito realista. O personagem acaba se confundindo contigo e com a sua bagagem.</p>
<p>Como a Fátima trabalhou com você?</p>
<p>Ela usou muita música. Algo que eu tenha ouvido em determinada época para buscar algo mais sensorial. Também usamos a imaginação. Só de lembrar os exercícios que fizemos na preparação, já trazia a emoção. É um pouco por aí. Tentar reproduzir o exercício ou uma respiração na hora da cena. Tínhamos uma maneira de acessar a emoção para cada ceninha. Eram milhares de truques. Mas tem também a minha percepção: “Tô pensando nisso e não está adiantando. Vou pensar em outra coisa”.</p>
<p>Em determinados momentos do filme, a Érika fica sozinha. Você acha que ela é feliz assim?</p>
<p>É uma história específica. Não dá para generalizar. Ela e o Nando se encantam em diferentes momentos. Quantas pessoas nós encontramos e nunca mais vemos? O filme joga muito com o acaso e a coincidência, o que eu acho bonito. A vida tem mesmo os seus acasos. Em nenhum momento ela o buscou ou deixou de viver sem ele, mas aceitou o acaso. Você pode acreditar em destino, mas, estando escrito nas estrelas ou não, você segue o seu curso.</p>
<p>Você fez cenas de sexo autênticas e corajosas em “Paraísos Artificiais”. Foi difícil?</p>
<p>O Marcão perguntou, lá no início, se eu tinha problema com nudez. Eu não tenho esse problema. Não gosto é da ideia de explorar o meu corpo em prol de outra coisa que não a arte. Uma coisa é posar nua e ganhar uma grana para isso, outra, totalmente diferente, é fazer um filme com sexo, embora haja filmes e filmes, e ensaios e ensaios. Fazer as cenas de nudez e sexo foi tão difícil quanto a da bad trip, a do trem – que foi muito angustiante. Mas assistir depois de um tempo, de volta à sua casa, é muito louco (risos). Você fala: “Caramba, que loucura!”. Não tem como dizer que é tranquilo ver as cenas ao lado do meu avô, da minha avó, dos meus pais e amigos. Óbvio que não é! Nessa hora, você fala: “Fiz isso, gente?!” (risos). Mas, no momento de atuar, não dá pra ficar pensando: “Putz, meu avô vai ver!”. É arte, você tem de se expor mesmo. Havia uma grande confiança no Marcos e na equipe. Eu sabia que ficaria algo de bom gosto.</p>
<p>Como você classificaria as cenas de sexo do filme?</p>
<p>As cenas são corajosas. Elas não mostram o pudor dos atores e nem do diretor. Além disso, fazem sentido, têm a ver. Não é um filme pornô, mas um filme que tem cenas de sexo por motivos específicos. Em uma, você vê a química dos dois, em outra, o amor ou uma amizade louca. “Paraísos Artificiais” traz um pouco da experiência sensorial vivida no movimento rave, então faz sentido trazer um pouco do transe da música, do barato do peiote e do prazer do sexo. A ideia do Marcão era deixar as pessoas sentirem.</p>
<p>Como foi a experiência de gravar cenas com 1.500 figurantes?</p>
<p>Foi impressionante a energia das pessoas para participar. Ficavam dançando sem parar e, quando cortavam a cena e a música, você ouvia “Ahhhhh!”. Ficávamos chocados. Houve um momento que começaram a cantar Chico Science, abriram uma roda e dançaram. Uma energia muito boa. O Marcão ficava preocupado de eles não aguentarem até o final do dia.</p>
<p>O que você achou do resultado do filme?</p>
<p>Gostei muito da maneira como o Marcos construiu essa história. Estou tão envolvida com o projeto que fica difícil dar opinião a respeito. Dá saudade do período de filmagens. Mas é um filme muito sutil e corajoso, com uma história muito bonita. Dá para sentir a entrega de todos. Gosto muito do figurino, que nos levou para outro lugar, da luz, da fotografia. O Marcos tem muito mérito.</p>
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		<title>Itajái sedia 8º Encontro de Veículos Antigos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 16:38:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[carros]]></category>
		<category><![CDATA[coleção]]></category>
		<category><![CDATA[exposoição]]></category>

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		<description><![CDATA[A expectativa é de que mais de 15 mil pessoas participem do evento, considerado um dos mais importantes do calendário do antigomobilismo nacional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="left"><span style="font-size: small;">                       <a href="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/carros-antigos.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9445" title="carros antigos" src="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/carros-antigos-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" /></a></span></div>
<div align="left"></div>
<div align="left"><span style="font-size: small;">Aproximadamente 300 expositores estarão reunidos durante o 8º Encontro Regional de Veículos Antigos que será realizado nos dias 15,16 e 17 de junho, no centreventos, em Itajaí. A expectativa é de que mais de 15 mil pessoas participem do evento, considerado um dos mais importantes do calendário do antigomobilismo nacional.<var></var></span></div>
<div align="left"><span style="font-size: small;">                       O encontro que é promovido pelo Clube de Veículos Antigos de Balneário Camboriú e Itajaí, que conta com mais de 70 associados, tem como objetivo reunir colecionadores e apreciadores, explica o secretário da entidade, Cesar S. Costa. Na oportunidade estarão expostos carros, caminhões, motos e bicicletas nacionais e importados, todos com mais de 30 anos de fabricação, em perfeito estado de conservação, respeitada a originalidade do veículo, explica.</span></div>
<div align="left"><span style="font-size: small;">                        Além disso, haverá stands de peças, fotografias e miniaturas de veículos antigos, shows, bem como praça de alimentação.&#8221; As pessoas terão oportunidade de ver ou conhecer vários tipos de veículos raros, de diversas marcas, anos e modelos. Será um espetáulo belo e inesquecível &#8220;, conclui Costa.</span></div>
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		</item>
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		<title>Tricolor é o sétimo em média de público no estadual</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:11:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[torcida]]></category>
		<category><![CDATA[tricolor]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; O Camboriú FC não surpreendeu somente dentro de campo em sua temporada de estreia na elite do futebol catarinense. Oitavo colocado no estadual e garantido na elite em 2013, o Tricolor fez bonito também fora das quatro linhas, contando com o apoio de sua torcida. Segundo levantamento feito pelo site FutebolSC.com, a Cambura terminou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/torcida-tricolor.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9441" title="torcida tricolor" src="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/torcida-tricolor-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Camboriú FC não surpreendeu somente dentro de campo em sua temporada de estreia na elite do futebol catarinense. Oitavo colocado no estadual e garantido na elite em 2013, o Tricolor fez bonito também fora das quatro linhas, contando com o apoio de sua torcida. Segundo levantamento feito pelo site FutebolSC.com, a Cambura terminou a competição com a sétima melhor média de público entre os clubes participantes, a frente do Atlético Ibirama e dos tradicionais Brusque e Marcílio Dias.</p>
<p>Nas nove partidas que fez em casa no Catarinão, o Tricolor trouxe ao Robertão 9.224 torcedores, fechando o estadual com uma média de 1.024,9 torcedores por partida. Nos dois jogos contra as equipes da capital, o público ultrapassou os 1000 pagantes. No duelo contra o Avaí, no segundo turno, 1.248 pagaram para ver a vitória por 1×0. Já o jogo contra o Figueirense, ainda no primeiro turno, fez com que 3.300 pessoas fossem ao Robertão.</p>
<p>A diretoria do Camboriú FC agradece o apoio de sua torcida em seu ano de estreia na Primeira Divisão e, desde já, convida o torcedor a continuar apoiando a equipe, que terá todas as condições de, em 2013, orgulhar ainda mais a cidade conquistando bons resultados no cenário do futebol estadual e, porque não, nacional.</p>
<div>
<div id=":i" data-tooltip="Mostrar conteúdo cortado"><img src="http://mail.mailbrturbo.brturbo.com.br/mail/images/cleardot.gif" alt="" /></div>
</div>
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		<title>Verdade Seja Dita por Carla Krug</title>
		<link>http://www.jornalexpresso.com.br/verdade-seja-dita-por-carla-krug-8/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[carla]]></category>
		<category><![CDATA[verdade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Costa do Sauípe Nada como visitar a amiga Izy e o amigo Paulo, e curtir as histórias da última viagem do casal. Quando vejo fotos do Pelourinho, das igrejas, das pessoas, lá da Bahia, lembro de nossa colonização. Penso nos negros que foram escravizados, famílias inteiras ultrajadas, desrespeitadas. Hoje eu vejo que se não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/verdade-seja-dita.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9437" title="verdade seja dita" src="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/verdade-seja-dita-300x113.jpg" alt="" width="300" height="113" /></a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Costa do Sauípe</strong></p>
<p>Nada como visitar a amiga Izy e o amigo Paulo, e curtir as histórias da última viagem do casal. Quando vejo fotos do Pelourinho, das igrejas, das pessoas, lá da Bahia, lembro de nossa colonização. Penso nos negros que foram escravizados, famílias inteiras ultrajadas, desrespeitadas. Hoje eu vejo que se não conseguimos viver com as diferenças, de cor, de raça, de time de futebol, de crenças, de orientação sexual, vejo que falta muito para amadurecermos e nos tornarmos gente de verdade. Viva a Bahia, viva nossa história, viva ser quem realmente somos, sem mentiras e sem preconceitos bobos! Viva a diversidade!</p>
<p><strong>4.2</strong></p>
<p>Nesta semana completei quarenta e dois anos. Refleti muito sobre a vida e digo com toda a sinceridade: Eu sou feliz. Amor de Deus, de família e de amigos, me garantem isto. Pensar no próximo, ser uma pessoa verdadeira, são características que enchem meu coração de alegria e satisfação. Sinto-me com 18 anos! Maior de idade e com disposição para uma vida plena, inteira, de doação e felicidade. Que bom poder olhar para traz e saber que onde ficaram nossos passos, deixamos amor!</p>
<p><strong>Era uma vez&#8230;</strong></p>
<p>Havia uma terra, destas de contos de fadas, há muitos e muitos anos, onde todo aquele que dizia a verdade era tomado por louco. Naquela terra matavam inocentes, e não se achavam culpados, fugiam os malfeitores. “Insanos” eram chamados os que acreditavam na veracidade dos olhares, das ações e dos sonhos. Esta terra um dia foi tomada por um sentimento de tristeza, pois não se imaginava nela um amanhã e as pessoas mudaram, passaram a ter na verdade a mola mestra de seu futuro. Tudo mudara. As coisas passaram a ‘entrar nos trilhos’, e hoje, naquela terra, as pessoas não vivem mais sem a sua própria essência, que é a verdade. Nada como um dia após o outro, sem esquecer-se das lições que o passado nos ensina, dentre elas, desconfiar dos que mentem e que são do mau, pois estes, nada têm de melhor para nos oferecer, a não ser seus ódios e mentiras.</p>
<p><strong>Ruth Cardoso</strong></p>
<p>Vemos tantas barbaridades na mídia estampadas, que teimamos em acreditar que vivemos num mundo a parte, que não acontece conosco, nem perto de nós, a AIDS, o assassinato, o seqüestro, o roubo, a corrupção. Mas isto não é verdade. O horror nos espreita. Vejam a truculência do que está ocorrendo em Balneário, no hospital Ruth Cardoso. Caso de polícia e o que mais me dói é ver uma organização como a Cruz Vermelha, tendo sua história jogada na lama por pilantras, ladrões safados que, a meu ver, deveriam ser julgados com uma condenação justa: Não foram estes ladrões que usurparam a saúde pública, pois bem, levaram pessoas a morte por suas atrocidades, então, ser-lhes-ia a melhor justiça, pagarem com a vida que não respeitam, bandidos engravatados.</p>
<p><strong>Ruth Cardoso II</strong></p>
<p>Milhões da corrupção fazem falta para curativos, remédios e macas. Ladrões que usurpam o direito a uma saúde que atenda, que cuide, que previna e que cure. Não vejo maior razão no mundo para que as pessoas se rebelem, dêem um basta, pois está na hora do poder do povo, atender ao povo, a família, aos que necessitam e estes malditos bandidos que apodreçam na cadeia e, no momento do julgamento de Deus, ardam no inferno!</p>
<p><strong>Verdade seja dita</strong>: Deixa-se enganar apenas aquele que o deseja. Quem sabe que quer, e aonde quer chegar, não permite que estorvos impeçam o caminho. Beijo da Carla!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Tribunal de Justiça acata denúncia contra Leonel Pavan</title>
		<link>http://www.jornalexpresso.com.br/tj-decide-por-unanimidade-receber-denuncia-contra-ex-governador-pavan/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[paban]]></category>

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		<description><![CDATA[Com esta decisão, os autos retornam ao primeiro grau de jurisdição, especificamente à 4ª Vara Criminal da comarca da Capital, para sua regular instrução. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/pavan-serio.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9431" title="pavan serio" src="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/pavan-serio-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, em decisão unânime, deu provimento a recurso criminal do Ministério Público para determinar o recebimento de denúncia contra o ex-governador Leonel Pavan e mais seis pessoas, envolvidas na investigação realizada pela Polícia Federal denominada Operação Transparência.</p>
<p>A polícia investigou suposta prática de corrupção ativa e passiva, tráfico de influência e advocacia administrativa – entre outros ilícitos – na obtenção de vantagens por parte da empresa Arrows do Brasil junto ao governo estadual, mais precisamente na manutenção de seu registro na Secretaria da Fazenda, mesmo com dívidas superiores a R$ 13 milhões.</p>
<p>O desembargador substituto Volnei Celso Tomazini, em substanciado voto cuja leitura alcançou uma hora, entendeu existirem indícios suficientes para a deflagração da respectiva ação penal, e posicionou-se pelo recebimento da denúncia. Seu voto foi seguido pelos demais integrantes da câmara: o desembargador substituto Francisco de Oliveira Neto e o desembargador Sérgio Izidoro Heil, presidente daquele órgão jurisdicional.</p>
<p>Com esta decisão, os autos retornam ao primeiro grau de jurisdição, especificamente à 4ª Vara Criminal da comarca da Capital, para sua regular instrução. Os advogados dos denunciados podem recorrer da decisão para tribunais superiores (RC n. 2012.007556-1).</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Capela mortuária no bairro dos Municípios vai atender à região</title>
		<link>http://www.jornalexpresso.com.br/capela-mortuaria-no-bairro-dos-municipios-vai-atender-a-regiao/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 12:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[capela]]></category>
		<category><![CDATA[cemitério]]></category>

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		<description><![CDATA[A obra terá investimento total de R$ 153,6 mil e abrangerá os bairros Jardim Iate Clube, Vila Real e Municípios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/capela-site.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9425" title="capela site" src="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/capela-site.jpg" alt="" width="210" height="155" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Está sendo construída pela Prefeitura uma capela mortuária no bairro dos Municípios. Hoje os moradores precisam se deslocar ao bairro da Barra e outros municípios para velar seus entes queridos. A obra terá investimento total de R$ 153,6 mil e abrangerá os bairros Jardim Iate Clube, Vila Real e Municípios.<br />
A capela será construída na Rua Angelina e terá infraestrutura completa, com área total de 160 m², divididos em duas salas, duas cozinhas e banheiros masculino e feminino com acessibilidade para cadeirantes. Neste momento, a obra está na fase de fundação da edificação, para posteriormente iniciar a construção da estrutura física.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Campanha do Agasalho inicia nesta terça em Camboriú</title>
		<link>http://www.jornalexpresso.com.br/campanha-do-agasalho-inicia-amanha-em-camboriu/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 15:34:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agasalho]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[frio]]></category>

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		<description><![CDATA[A Prefeitura de Camboriú, através da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, inicia nesta terça-feira, dia 15, a Campanha do Agasalho 2012 com o tema “Aqueça um coração neste inverno, doe calor”. A expectativa é de que mais de 2000 pessoas sejam atendidas pela campanha e a arrecadação vai até o dia 15 de junho. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/campanha-agasalho.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9418" title="campanha agasalho" src="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/campanha-agasalho-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>A Prefeitura de Camboriú, através da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, inicia nesta terça-feira, dia 15, a Campanha do Agasalho 2012 com o tema “Aqueça um coração neste inverno, doe calor”. A expectativa é de que mais de 2000 pessoas sejam atendidas pela campanha e a arrecadação vai até o dia 15 de junho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para doar roupas, calçados e cobertores, os interessados devem procurar os postos de coleta, distribuídos em diversos estabelecimentos comerciais como: farmácias, supermercados e postos de gasolina. Além disso, os prédios públicos também estarão arrecadando os agasalhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Os moradores que tiverem uma grande quantidade de doações e não puderem ir até um posto de coleta, podem ligar na Secretaria, 3365-0607, que nós vamos até o local buscar”, enfatizou a Secretária Cristiane Olegário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A distribuição dos agasalhos serão feitas a partir do dia 18 junho, e os interessados em receber as doações devem possuir cadastro na Secretaria de Assistência Social ou no Centro de Referência de Assistência Social do bairro Monte Alegre.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Um tucaninho me contou&#8230;</title>
		<link>http://www.jornalexpresso.com.br/um-tucaninho-me-contou-22/</link>
		<comments>http://www.jornalexpresso.com.br/um-tucaninho-me-contou-22/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 15:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Expresso]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[tucaninho]]></category>
		<category><![CDATA[vereador]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; que a turma do Palácio de Pedras anda com os nervos à flor da pele e com o sono alterado devido as inúmeras denúncias feitas pela oposição na tribuna da Câmara de Camboriú. “Tá ficando difícil tampar o Sol com a peneira”, falou o tucaninho meio cabreiro. Segundo a avesinha tem súditos que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Espaco-espaco-expresso2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9413" title="Espaco espaco expresso" src="http://www.jornalexpresso.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Espaco-espaco-expresso2-300x188.jpg" alt="" width="300" height="188" /></a></p>
<p>&#8230; que a turma do Palácio de Pedras anda com os nervos à flor da pele e com o sono alterado devido as inúmeras denúncias feitas pela oposição na tribuna da Câmara de Camboriú. “Tá ficando difícil tampar o Sol com a peneira”, falou o tucaninho meio cabreiro. Segundo a avesinha tem súditos que não conseguem entender nem aceitar que uma ave de tão nobre plumagem possa deixar tantos e tantos rastros.</p>
<p>É, tucaninho, periga o tapete ficar pequeno  mesmo&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E o tucaninho me disse ainda&#8230;</p>
<p>&#8230;que o boato de que o PSD poderia (ou até já estaria se acertando) vir como vice do <em>galo</em>, do PDT , aqui na <em>terrinha</em> chegou aos ouvidos da corte e que o candidato ao governo, que agita lá pelos lados da capital do Estado, não gostou do que soube e garantiu: “O PSD sairá de candidatura própria em Camboriú e o nome indicado da <em>corte</em> para ser o cabeça de chapa é o do vereador Claudinei  Loos”.</p>
<p>Olha tucaninho, já ouvi falar disso. Pelo que soube esse papo todo rolou no encontro da nova sigla que aconteceu em Balneário Camboriú, no último dia 5.  Mas será&#8230;??</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Superfaturando&#8230;</p>
<p>Depois de denunciar superfaturamentos nas compras (por licitação) de gêneros alimentícios como o leite, a dupla da oposição na Câmara, Claudinei Loos e Currú, denunciam agora um superfaturamento na compra de óleo dísel e óleos de motor, adquiridos pela Prefeitura em um posto de gasolina da cidade.  Currú usou a tribuna munido de tabelas comparativas de valores gastos em Camboriú com os produtos e em outros estabelecimentos fora da cidade, provando assim o superfaturamento.</p>
<p>E as denúncias que deixam, a cada semana, a população mais espantada, não param por ai. Na mesma sessão Loos falou na tribuna sobre o uso indevido de verba federal destinada à compra de comida para o Centro de Assistência Psicomotora Social – CAPS, em Camboriú. O Vereador disse que foi até o local inspecionar e viu que no CAPS não tem alimentação e nem comida na dispensa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Superfaturando&#8230;II</p>
<p>Claro que não posso achar normal essa avalanche de denúncias justamente quando a cidade se prepara para uma grande disputa eleitoral. Mas tudo leva a crer que tais irregularidades estão sendo descobertas agora não porque só agora estão sendo cometidas, mas talvez porque os balancetes municipais não tenham sido examinados minuciosamente antes pelos vereadores. Mas, mesmo não concordando muito com a omissão anterior, arrisco a premissa de “antes tarde do que nunca”.</p>
<p>A verdade é que, independente do bom governo que a Luzia está fazendo, das inúmeras obras e melhorias na cidade, coisa que NENHUM prefeito anterior fez, se há irregularidades na administração, têm que ser investigadas e esclarecidas.</p>
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<p>Som</p>
<p>Os abusos que acontecem pelas ruas de Camboriú incomodando a população, muitas vezes em horário de descanso, é protegida por lei municipal. Falo dos carros de sons que circulam pela cidade propagando eventos e produtos em ofertas nos mais diversos tipo de comércio do município de Camboriú. Conversei sobre o assunto com o secretário do Meio Ambiente, Márcio da Rosa, que é o responsável pela liberação de alvará e ficalização desses veículos. Segundo ele a secretaria tem apenas dois aparelhos com decibelímetro, que mede o som acústico. “É muito difícil atendermos alguns tipos de denúncia. Muitas vezes quando estamos chegando no local, a pessoa abaixa o som e nada podemos fazer”, diz ele.</p>
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<p>Som II</p>
<p>“Esses carros de som de propaganda muitas vezes circulam durante todo o fim de semana, quando não há fiscalização constante, trabalhamos apenas por plantões” fala o secretário informamos que sobre unidade móvel há lei municipal, mas para estabelecimento fixo a regulamentação é por lei estadual, fiscalizado pela Fatma.</p>
<p>“Esse tipo de carro de som já não poderia mais circular no Município. Camboriú cresceu e já não cabe mais esse comportamento de vila, com carros de som nas ruas anunciando produtos. Em Balneário Camboriú é proibido e aqui deveria ser também”, defende o secretário do Meio Ambiente.</p>
<p>Concordo com o Secretário. Além de ser provinciano é desrespeitoso a população acordar sobressaltada com o alto som em suas janelas e portas. Fica a dica para os vereadores mais antenados.</p>
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		<title>Creche</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 15:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tem diretora de creche na terrinha sem nenhum tipo de formação. Ai na hora de enfrentar os pais numa reunião, tem que chamar uma professora de verdade para poder falar com os pais, pq a direção não sabe. Vergonha total e ainda querem se perpetuar no poder. Acoooorda Camboriú! Ass.: uma monitora de creche revoltada. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem diretora de creche na terrinha sem nenhum tipo de formação. Ai na hora de enfrentar os pais numa reunião, tem que chamar uma professora de verdade para poder falar com os pais, pq a direção não sabe. Vergonha total e ainda querem se perpetuar no poder. Acoooorda Camboriú!</p>
<p>Ass.: uma monitora de creche revoltada.</p>
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<p>O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo.<br />
Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:<br />
Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.<br />
O florista ficou feliz e foi embora.<br />
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas<br />
na porta e uma nota de agradecimento do florista.</p>
<p>Mais tarde, no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:<br />
Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário  essa semana.<br />
O padeiro ficou feliz e foi embora.<br />
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na<br />
porta e uma nota de agradecimento do padeiro.<br />
Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo.<br />
Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:<br />
Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.<br />
O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio<br />
abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.</p>
<p>Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos.</p>
<p>&#8220;Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão.&#8221;   (Eça de Queiróz)</p>
<p>(enviado à redação por um leitor)</p>
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<p>Sou moradora do Conde e queria agradecer a prefeita pelas melhorias. Mas quero também, além de pisar em asfalto, poder ir ao posto de saúde e encontrar médicos por lá, professores bem pagos nas escolas e maior segurança nas ruas. Muito obrigada pelo asfalto aqui no morro, mas cuidade que asfalto não elege ninguém.</p>
<p>Ass.: uma moradora do conde</p>
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<p>Sucesso total a reunião dos tucanos esta semana em Camboriú, na feijoada de sábado. 45 tá dominando geral mesmo. Valeu!</p>
<p>Ass.: um tucaninho</p>
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<p>Tem vereador aproveitando a verba do governo federal mandada para asfaltar o Conde Vila Verde para angariar votinhos por conta. Estamos de olho.</p>
<p>Ass.: um galináceo</p>
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<p>Por que a loira fala ao telefone deitada? R: Para não cair a ligação!!</p>
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<p>Como é que se chama um traficante armado até os dentes? É melhor chamar de senhor&#8230;</p>
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<p>Se você está se sentindo sozinho, abandonado, achando que ninguém liga para você&#8230; “Atrase um pagamento&#8221;</p>
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<p>Dois amigos se encontram depois de muitos anos. Casei, separei e já fizemos a partilha dos bens. E as crianças? O juiz decidiu que ficariam com aquele que mais bens recebeu. Então ficaram com a mãe? Não, ficaram com nosso advogado.</p>
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<p>Mamãe, mamãe&#8230; na escola me chamaram de mentiroso. Cale-se que você nem vai à escola ainda&#8230;</p>
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<p>O condenado à morte esperava a hora da execução, quando chegou o padre: Meu filho, vim trazer a palavra de Deus para você. Perda de tempo, seu padre. Daqui a pouco vou falar com Ele, pessoalmente. Algum recado?</p>
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<p>Um bêbado entra num bar cambaleando muito, chega pro dono do bar e o desafia; quer apostar cinquenta reais que eu mijo no copo sem deixar cair uma gota no chão? O dono do bar rindo aceita a aposta. O bêbado mija, mais fora do copo do que dentro e o dono do bar se acabando de rir exclama: tá vendo que você não consegue, me passa os cinquenta pra cá! O bêbado feliz da vida paga com satisfação. O dono do bar fica intrigado com sua atitude e pergunta: você perdeu cinquenta reais e ainda fica feliz? O bêbado responde: É que eu apostei cento e cinquenta reais com meus camaradas do outro lado da rua que eu mijaria seu bar todinho e você ainda daria risada!!!!</p>
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<p>O sujeito estava no bar e próximo a ele um bêbado dormia numa mesa. De vinte em vinte minutos o dono do bar chegava no tonto, dava uma chacoalhada no infeliz e gritava: &#8211; Acordaaaaaa! Depois da terceira ou quarta vez, o cara não agüentou e chamou o dono: &#8211; Po, que sacanagem eh esta? Porque você tá acordando o cara e deixando-o continuar na mesa? &#8211; O dono respondeu: &#8211; Neh nada pessoal, não. Eh que o cara, alem de ser chato, paga a conta toda vez que eu o acordo&#8230;&#8230;..</p>
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