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Localidade de Macacos recebe mutirão de controle de borrachudos neste sábado

limpeza rio

A Secretaria de Agricultura de Camboriú, através do Centro de Zoonoses, realizará neste sábado, dia 8, mais um mutirão de controle dos borrachudos. Dessa vez a localidade a ser beneficiada é o Macacos. A partir das 8h, cerca de 20 pessoas irão se reunir em frente a Escola de Campo Hercílio Zimermann, para dar início as atividades de limpeza de rios e córregos d’água.

“Mais uma vez pedimos a participação da comunidade para que o resultado possa ser ainda mais satisfatório, do que tem sido nas outras edições do mutirão”, comenta o Secretário de Agricultura, Henrique Bertoldi.

Lembrando que a Secretaria de Agricultura fica responsável por disponibilizar aos participantes o material necessário para a realização da limpeza.

Borrachudo: Caetés, Rio Pequeno e Conconhas interromperam o combate

Das 10 comunidades que deveriam estar trabalhando intensamento no combate ao borrachudo, apenas 7 estão cumprindo a sua parte

Muito se fala em Turismo Ecológico Rural em Camboriú, mas não há como dar continuidade a progetos parta incrementar o turismo no interior sem antes fazer um combate eficaz e permanente ao inseto borrachudo, que atormenta e está presente em todas as partes da zona rural de Camboriú.

Frequentes e se proliferando em locais de água corrente, o borrachudo aparece nos córregos e cachoeiras, local onde ele dever ser combatido. Segundo o secretário do Meio Ambiente, Márcio da Rosa, a prefeitura compra o veneno para o inseto, mas o combate ao borrachudo  tem que ser feito em parceria com a comunidade. “A prefeitura analisa o local, faz a medição de vazão e fornece o produto BTI, que elimina a larva, mas a aplicação é feita por uma pessoa da comunidade ou pelo proprietário da área onde fica a cachoeira”, explica Rosa.

Ele conta que o produto tem que ser aplicado a cada 21 dias. “Esse é um trabalho contínuo. Se não aplicar, as larvas reaparecem e o inseto prolifera. Por isso tem que haver a parceria com a comunidade”, justifica ele. “Isso sem falar na conscientização que tem que haver por parte da comunidade, no sentido de não jogar lixo nos rios e cachoeiras , porque esse tipo de entulho também ajuda na proliferação dos insetos” complementa o secretário.

Mário da Rosa conta que atualmente quase todas as comunidades do interior de Camboriú aplicam frequentemente e corretamente o produto. “Apenas as comunidades do Caetés, Rio Pequeno e Congonhas não têm ido buscar o produto para a aplicação, logo não estão mantendo o combate”, reclama ele.

Diferença entre Borrachudo e Pernilongo

Embora muita gente faça confusão, esses dois insetos são bem diferentes, tanto em seus hábitos quanto nos detalhes de sua anatomia. Os pernilongos são maiores que os borrachudos, que têm a aparência de uma mosca minúscula. Pernilongo, por sinal, é o nome popular dado a vários mosquitos da família Culicidae, sendo os mais conhecidos o Aedes aegypti (transmissor da dengue), o Anopheles sp. (vetor da malária) e o Culex sp. (chamado de “pernilongo caseiro”).

O borrachudo (Simulium sp.), também conhecido como pium na Amazônia, faz parte da família Simulidae. “Esses dois insetos habitam lugares distintos: o primeiro vive frequentemente dentro das casas ou em seus arredores, enquanto o borrachudo é encontrado perto de córregos e rios de água com correnteza límpida e transparente”, afirma o professor José Maria Soares Barata, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP). Em comum, eles têm o fato de serem hematófagos, ou seja, se alimentarem de sangue. É por isso que ambos não perdem a oportunidade de picar os humanos, para quem podem transmitir várias doenças. Além da dengue e da malária, os pernilongos são capazes de disseminar a elefantíase, enfermidade caracterizada pelo inchaço das pernas e de outras partes do corpo. Já o borrachudo pode passar a oncocercose, mal que em alguns casos leva a pessoa enferma à cegueira.


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