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Canídia rebate as declarações da Secretária da Educação e a acusa de usar cargo público para promoção política e para coagir funcionários

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Autor da lei da Fila Única nas creches municipais de Camboriú, aprovada na Câmara em maio de 2013, o vereador  Alexsander Alves Ribeiro, o Canídia do PPS, combateu fortemente as ações administrativas da secretária da Educação e também vereadora (licenciada) Fátima Gervásio (PSDB), acusando-a, na tribuna da Câmara, na sessão de terça-feira, 8, de “usar seu cargo para promoção política e de  coagir, de acordo com sua conveniência, funcionários”.

A Secretária não está cumprindo a lei, já colocada em prática desde agosto do ano passado e declarou ao Expresso, na edição passada, que a lei como foi aprovada não funciona:  “Colocar lei no papel é uma coisa, mas na prática é outra. Verificamos que tem mais funcionalidade se a lei for aplicada por zoneamento, por creche”. Ela explica que a lista por zoneamento, quando abre uma vaga, por exemplo, para a creche do Rio Pequeno, é chamada a primeira criança da fila dessa creche. “De que adianta chamarmos uma criança que mora no Tabuleiro para uma vaga que abriu na creche do Rio Pequeno? De acordo com o projeto do Vereador, funcionaria assim”, declarou ela.

Ela diz que cumpriu a lei de agosto a dezembro de 2013 e foram beneficiadas apenas 226 crianças. “Já este ano, de janeiro até março, com a lista por zoneamento, conseguimos beneficiar 824 crianças”, justificou. Segundo Fátima o Executivo vai encaminhar um projeto para a Câmara regulamentando a lista por zoneamento não só para as creches mas também para as escolas. “E quando isso acontecer vamos ter que fazer um recadastramento nas escolas como foi feito nas creches e algumas crianças que moram em outros bairros e estudam na escola do Centro, por querer, terão que retornar a seus bairros”, disse Fátima citando o exemplo do filho do vereador Canídia, que mora no Monte Alegre mas estuda na escola Arthur Sichmann, no centro de Camboriú”, afirma.

Para justificar o fato de seu filho residir no Monte Alegre e estudar no centro da cidade o Vereador citou uma das clausulas do MEC, sobre o deslocamento do aluno que, entre muitos itens expostos há o da “ conveniência do aluno estudar próximo ao trabalho dos pais”, que é o seu caso. Canídia, em seu pronunciamento na tribuna, se ateve mais ao descumprimento da lei e não poupou a Secretária, que é sua colega no Legislativo: “Se ela tivesse proposto um zoneamento regional eu aceitaria porque a lei não é perfeita e eu não sou dono da razão. Mas ela não propôs nada. Ela alterou e está descumprindo a lei por conta própria”. Embalado no discurso Canídia lembra da trajetória da colega: “Ela foi vereadora na época do governo Wilson Plautz; foi secretária da Educação na época do Edinho (Edson Olegário);  foi vereadora e secretária no primeiro mandato da Luzia e é vereadora e secretária novamente.

Sempre ligada à Educação e não propôs nenhuma lei nesse sentido; nem uma solução.  Mas agora ela diz que nós somos incompetentes para fazer leis. Ela (Fátima) veio para cá (Câmara) em maio do ano passado (2013) por conveniência própria, porque ela usa o meio político por conveniência: vai pra secretaria, vota pra Câmara; sou candidata, agora não quero mais… Então ela tinha um problema pessoal, que todos sabem, e veio para Casa (Câmara). Ficou de maio a setembro na Casa. Não propôs uma alteração, uma emenda na lei e agora ela diz que a lei é errada e que por conta própria ela pode mudar e fazer o que ela quer. Está desrespeitando não só a mim, que sou autor da lei. Está desrespeitando a todos, porque a lei foi aprovada na Casa por unanimidade; à Prefeita, que foi quem confiou o cargo a ela e sancionou a lei. Ela está dizendo então que a Prefeita não sabe ler; que a Prefeita aprovou uma lei que é inviável, então que a Prefeita não tem conhecimento…”

Canídia, no seu pronunciamento, vai mais além e acusa a vereadora e secretária Fátima Gervásio, de usar seu cargo para promoção política e de  coagir  “de acordo com sua conveniência”, funcionários: “Alguém que está a frente de uma secretaria há mais de seis anos e não trouxe solução para nossa Educação, a ponto de nossas crianças terem que estudar numa igreja, e essa secretária é que chama vocês (vereadores), e eu junto, de incompetentes. Eu sou obrigado a dizer que ela é uma secretária incompetente e uma legisladora pior ainda, porque como legisladora ela não foi capaz de propor lei e como administradora ela não foi capaz de trazer solução. Mas como política ela é muito boa. Como política ela oferece benefício. Ela quer aplicar o zoneamento, pois que aplique. Mas eu quero que ela pegue todas as crianças do bairro São Francisco, que vem também para o Arthur Schimann, através de favorecimento, e mande de volta; que ela pegue todas as crianças que ela encaixou na creche, por troca de favor político e tire de lá. Eu quero que ela faça isso. Porque é muito conveniente chegar para um funcionário e dizer “quando você fez sua inscrição para trabalhar você deixou a cópia do seu título e eu sei onde você vota e eu quero ver o resultado na urna. Ai é bom ser secretário”, alfineta Canídia encerrando seu pronunciamento.

Santa Regina: Comunidade comemora um ano de promessa não cumprida

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“Essa semana fez um ano que a prefeita Luzia nos prometeu o asfalto e nada aconteceu. Estamos aqui comendo poeira e pisando na lama. Questionamos ainda onde está a verba anunciada porque a cada dia eles nos dão uma desculpa diferente”, reclama um dos moradores Arno da Silva, funcionário público municipal aposentado. Ele diz ainda, com certa revolta, que atualmente é difícil até de formular qualquer reclamação: “A prefeita não atende a gente; ela não gosta de ser incomodada. Se nós chamamos ela para conversar, ela não atende a gente. Estamos correndo atrás dos nossos direitos, mas não estamos conseguindo nada”.

A reclamação do aposentado faz coro com as de muitos outros moradores do bairro Santa regina, em Camboriú, que se sentem prejudicados pelas péssimas condições que estão vivendo. “O bairro está mal iluminado, com a maioria das ruas às escuras. Iluminada mesmo só a Avenida Brasília. E com isso a insegurança é geral. Estamos sendo assaltados à luz do dia, diz a moradora, também funcionária pública, Kátia Fabiana Serpa. “Esta semana eu estava numa farmácia do bairro quando sofremos um assalto à mão armada, em plena tarde. Não temos mais segurança, nem saúde, nem qualidade de vida”, complementa ela informando que o único Posto de Saúde do bairro, que possui cerca de 10 mil habitantes,  tem o atendimento bastante precário: “ Nos falta médico e medicamentos. São quase 10 mil moradores para apenas um clínico geral. Temos um ginecologista que atende uma vez por semana (e esta semana faltou) e um pediatra, que nos visita também uma única vez na semana. Deveríamos ter um dentista diariamente, mas ou a cadeira está quebrada ou o dentista está em curso. É muito difícil”, resume Kátia.

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As ruas cheias de barro dão um aspecto ainda pior ao local. “Aqui qualquer chuvinha alaga tudo, porque as poucas bocas de lobo que existem não são limpas. Depois que asfaltaram a Avenida Brasília os alagamentos pioraram muito em muitas ruas”, afirma Kátia dizendo que a comunidade não aguenta mais tanto descaso, que espera imediatamente as melhorias prometidas em campanha pela Prefeita. “Ela foi em uma reunião em minha casa e prometeu que se ela fosse prefeita de novo seria tudo asfaltado e nada foi feito”, reforça Arno da Silva.

Os moradores dizem também que a falta de iluminação vem propiciando tentativas de estupro no bairro. “Neste mês de abril, que mal começou, já tivemos três tentativas de estupro. O ginásio de esportes e a praça recém inaugurada para os skatistas tornou-se local da vagabundagem, após escurecer, devido a falta de iluminação e, consequentemente, segurança”, relata Sebastião Jair Beira, morador há 14 anos do local. “Esta semana, além do assalto à mão armada, tivemos cinco arrombamentos à residência”, complementa ele.

“Oficializamos o presidente  da Câmara de Vereadores, vereador Márcio do Kido, na semana passada sobre a vergonha na iluminação pública, mas não tivemos nenhuma resposta”, registra o comercializante local, Jaime Angel. Ele questiona a importância do projeto “Fala Camboriú”: “Toda a administração, todos os secretários e a Prefeita, além de um monte de funcionários, passou o dia todo aqui no bairro. Fomos até eles e levamos nossas queixas e reivindicações. Conversamos com a prefeita Luzia que nos garantiu que o asfalto seria colocado em meados do ano passado e nada foi feito. Absolutamente nada. Então para que ir até a comunidade se não é para atender e melhorar a vida das pessoas”, questiona ele.

As queixas são muitas e não referem-se apenas à falta de pavimentação, insegurança e iluminação. Problemas como poucas linhas de ônibus; falta constante de água e energia elétrica; e alagamentos também estão na pauta das reivindicações que corre o bairro em abaixo assinado. Vamos entregar, ainda não sabemos como e quando, esse abaixo assinado à prefeita Luzia Coppi Mathias. Sabemos que esse ano é ano político e com toda certeza ela virá ao bairro pedir voto para seus candidatos. Queremos entregar o abaixo assinado antes mesmo disso acontecer, diz Angel.

O que diz a Prefeitura

De acordo com a Secretaria do Planejamento, o processo para a pavimentação está em andamento na Caixa Econômica Federal, em Brasília, esperando aprovação.

 

Ficha Limpa

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O deputado federal João Pizzolatti (PP) foi reenquadrado na Lei da Ficha Limpa. O anúncio foi feito no início da semana pelo Supremo Tribunal Federal que  cassou na sexta-feira a noite a liminar que beneficiava Pizzolatti. Com isso, ele volta a ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e não pode concorrer nas eleições deste ano, que já tinha colocado seu nome para disputar majoritária.

Era para esse deputado que o nosso “nobre” vereador Josué Pereira, também do PP, queria dar o título de Cidadão Honorário de Camboriú. Realmente um belo exemplo!

 

Imperdível!

Na quinta-feira, 10, a Câmara de Camboriú faz uma sessão solene pelos 130 anos de Camboriú quando os vereadores homenagearão 15 moradores que fazem parte e deram sua contribuição à história da cidade. A sessão solene, com início às 19h, homenageará a prefeita Luzia Coppi Mathias, como não poderia deixar de ser, e também o ex-prefeito Edinho Olegário, a convite do vereador Guigo. Agora, meus pouquíssimos e ilustres leitores, imaginem a atual e o ex recebendo a mesma homenagem, no mesmo palco e na Câmara, que deveria estar sintonizada apenas na realeza.

E como aqui em Camboriú quando as autoridades e funcionários públicos se reúnem sempre rola festerê, após a entrega das placas será servido um coquetel.

 

Terreno

O vereador Josenildo Rosa (Guigo) – PDT, pediu, via requerimento na Câmara, informações a Prefeitura  sobre o procedimento necessário para que se adquira um terreno na área industrial do município, a metragem e a lista com os nomes dos atuais proprietários.

Muito bom esse requerimento, Vereador; pena que pode não ser respondido na sua totalidade. Mas o Senhor poderá obter essas informações no próprio Palácio de Vidro, com alguns de seus nobres colegas.

 

Creche

Já há algum tempo o vereador Canídia cobra da secretária de Educação Fátima Gervásio o cumprimento da lei da Fila Única nas creches municipais de Camboriú. A Lei, de autoria do vereador Canídia foi aprovada em maio de 2013 e colocada em prática em agosto do mesmo ano. Esta semana a Secretária, que também é vereadora licenciada, foi à Câmara para dar explicações sobre o cumprimento (ou não) da referida lei.

Conversei com a Secretária e ela disse que a lei, como está, fica inviável. “Colocar lei no papel é uma coisa, mas na prática é outra. Verificamos que tem mais funcionalidade se a lei for aplicada por zoneamento, por creche. Ela explica que a lista por zoneamento, quando abre uma vaga, por exemplo, para a creche do Rio Pequeno, é chamada a primeira criança da fila dessa creche. “De que adianta chamarmos uma criança que mora no Tabuleiro para uma vaga que abriu na creche do Rio Pequeno? De acordo com o projeto do Vereador, funcionaria assim”, declara ela.

A Secretária diz que assim funcionou de agosto a dezembro de 2013 e foram beneficiadas apenas 226 crianças. “Já este ano, de janeiro até março, com a lista por zoneamento, conseguimos beneficiar 824 crianças”, justifica.

 

Creche II

A Secretária diz que o Executivo vai encaminhar um projeto para a Câmara regulamentando a lista por zoneamento não só para as creches mas também para as escolas. “E quando isso acontecer vamos ter que fazer um recadastramento nas escolas como foi feito nas creches e algumas crianças que moram em outros bairros e estudam na escola do Centro, por querer, terão que retornar a seus bairros”, disse Fátima citando o exemplo do filho do vereador Canídia, que mora no Monte Alegre mas estuda na escola Arthur Sichmann, no centro de Camboriú.

 

De rolé

Vi na tarde de quinta-feira, 3, nas redes sociais, e na verdade tenho visto constantemente, foto do secretário do Bem Estar Social de Camboriú, John Lenon Teodoro e na legenda dizia: “Estive hoje com meus amigos Ventania e Vereador Toninho Portella visitando nosso amigo Deputado Gelson Merisio.” A foto foi postada na tarde de quinta-feira.

O Secretário assumiu na semana passada o PSD em Camboriú, sigla que tem o deputado Merisio como presidente estadual. Nas declarações dadas ao Expresso John Lenon disse claramente que fará campanha e trabalhará para o partido. Bem, mas fica o lembrete que de segunda a sexta-feira, salvo feriados, o Secretário é servidor público, pago pela municipalidade e deve cumprir horário e não fazer campanha em horário de expediente. E se assim o fizer, de forma ilegal,  não precisa postar nas redes sociais, numa atitude de “certeza de impunidade”. Mas respeito com cargo público é um bom começo para uma boa política. (Fica a dica

Projeto Novas Memórias promove arrecadação de alimentos para idosos em Camboriú

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Os acadêmicos do 5º Período de Publicidade e Propaganda e Jornalismo da Universidade do Vale do Itajaí – Univali estão realizando, nesta semana, uma campanha de arrecadação de alimentos para a Fundação Lar da Terceira Idade Padre Antônio Dias, localizada na cidade de Camboriú. O Projeto intitulado “Novas Memórias” é uma ação social que busca arrecadar doações de carnes e outros alimentos para a Fundação, que hoje conta com 32 idosos e precisa constantemente de donativos para seguir com seu trabalho.

Entre os alimentos mais requeridos estão todo tipo de carne, arroz, café, óleo de cozinha, macarrão e outros alimentos não perecíveis. Além disso, produtos de limpeza e higiene pessoal como desodorantes e sabonetes, sacos de lixo, entre outros, também podem ser doados. Os interessados em ajudar podem entregar as doações diretamente no Lar da Terceira Idade, localizado na Rua Coronel Benjamin Vieira, 447, no centro de Camboriú, aos cuidados de Paola.

Além da campanha de arrecadação, no dia 05 de abril os alunos organizarão ainda um café da tarde com música e a presença dos Terapeutas da Alegria, proporcionando aos idosos uma tarde agradável com histórias e entretenimento. O projeto visa uma maior proximidade dos alunos com a comunidade e, consequentemente, o incentivo ao ato de ajudar ao próximo, sendo uma iniciativa dos acadêmicos de Comunicação Social para a disciplina de Projeto Intercursos, sob responsabilidade da professora Adriana Edral.

 

Plano Municipal de Resíduos Sólidos será apresentado em audiência pública

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Durante uma reunião com representantes de diversos setores da administração municipal, na segunda-feira, dia 31, a empresa contratada em parceria com a Associação dos Municípios da Foz do Rio Itajaí – Amfri, para elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, mostrou aos membros da comissão municipal um pré-diagnóstico do estudo, que será apresentado à comunidade, em uma audiência pública, no próximo dia 7 de abril, às 17h30m, no auditório da Prefeitura.

A presidente da Fundação Camboriuense de Gestão e Desenvolvimento Sustentável – Fucam, Carla Krug, explica que o plano é entregue ao município previamente para complementação de dados, correção e alteração de informações. “Esse plano irá nortear as diretrizes para a política municipal de resíduos sólidos. A partir disso iremos juntar a legislação existente, complementando-a com o que não estava previsto”, afirma Carla. “Esse estudo é uma espécie de Plano Diretor do lixo”, completa.

O secretário de Saneamento Básico, Janir Francisco de Miranda destaca que, durante as discussões sobre a gestão de resíduos sólidos, já puderam ser constatadas algumas ações a serem realizadas, como a instalação de Pontos de Entrega Voluntária (PEV), para depósito de lixo urbano, sendo que um deles já está em construção e deve ser entregue ainda neste semestre.


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