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Segundo a SSP, 108 municípios de SC registraram assassinatos em 2013. Em 59 cidades foi verificado apenas uma ocorrência de morte por crime.

arma de fogo

Do G1 SC

O primeiro semestre de 2013 em Santa Catarina registrou queda de 30% no número de mortes por latrocínios, com a presença de roubo na ação. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), de janeiro a junho deste ano foram registrados 26 assassinatos, enquanto que no mesmo período de 2012, a polícia catarinense contabilizou 37 casos.

Em contrapartida à redução do roubo seguido de morte, o número de casos de homicídios dolosos, aqueles com a intenção de matar, cresceu 2,17%, contabilizando 376 casos nos primeiros meses do ano. Conforme a SSP, a maioria dos casos são passionais e envolve algum familiar da vítima.

Segundo dados organizado pelos Núcleo de Geoprocessamento e Estatística, da Diretoria de Informação e Inteligência (DINI), da SSP, 108 municípios de Santa Catarina registraram assassinatos. Das 295 cidades do estado, 187 não registraram homicídios dolosos e em 59 ocorreu apenas um assassinato nestes seis primeiros meses de 2013. Florianópolis, Criciúma, Palhoça, Itapema, Jaraguá do Sul, Tubarão, Joinville, Camboriú, Gaspar e Içara foram as cidades catarinenses que mais apresentaram redução no número de casos.

Para César Augusto Grubba, secretário de Segurança Pública, ainda há muito trabalho a ser desenvolvido pela SSP. “As forças de segurança trabalham no seu limite, e mesmo diante de algumas diversidades, obtêm resultados positivos”, explicou Grubba. Segundo a SSP, mais de 13 mil pessoas foram presas pela Polícia Militar. A Polícia Civil autuou sete mil em flagrante.

Maio foi o mês que mais registrou casos de roubo seguido por morte em Santa Catarina: 69 casos foram registrados pelas polícias do estado nos 31 dias do quinto mês do ano. Nos meses de janeiro a abril, os números foram 55, 45, 57 e 60, respectivamente. Em junho, 63 pessoas foram assassinadas em Santa Catarina.

 

Adolescente Executado com Quatro Tiros em Camboriú

Na noite desta quinta feira (13) por volta das 19h00min o adolescente Leonardo Henrique Silva Oliveira, 17 anos, foi executado com quatro tiros e morreu no local. Segundo informações de populares o autor dos disparos estaria em uma bicicleta e não foi localizado pela polícia. Três tiros atingiram o tórax da vítima e um na mão. O crime ocorreu na Rua Monte Pouso Alto, no Bairro Monte Alegre.

Com esse crime Camboriú registra o 14º homicídio do ano. Este é o terceiro adolescente vítima de homicídio em 2013 .É também o terceiro homicídio ocorrido no mês de junho.

 

Fonte: http://www.camboriucombateapedofilia.com.br

MPSC e Polícia Civil iniciam 2ª fase de combate o crime organizado

arma de fogo

 

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e segmentos da inteligência da Polícia Civil iniciaram, nesta quarta-feira (27/2), a segunda fase das ações para desarticular de uma vez o crime organizado no Estado. Na sede do MPSC, foram traçadas estratégias de atuação na esfera judicial. O objetivo é incrementar o número de denúncias contra os integrantes das organizações criminosas que atentaram contra Santa Catarina.

 

Até agora os Promotores de Justiça já denunciaram 88 envolvidos nos ataques ao Estado e ajuizaram 18 ações criminais, incluindo representações contra adolescentes. “Estamos dando sequência judicial às ações empreendidas até agora para combater o crime organizado no Estado. Vamos atuar de forma integrada no ajuizamento de novas denúncias para quebrar a espinha dorsal dessas organizações”, antecipa o Coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal (CCR) do MPSC, Promotor de Justiça Onofre José Carvalho Agostini.


O encontro na sede do MPSC, em Florianópolis, reuniu os coordenadores dos Grupos de Combate às Organizações Criminosas (GAECOs), os Promotores de Justiça com atuação na área criminal da região metropolitana de Florianópolis e das regiões onde ocorreram os principais ataques e segmentos da inteligência da Polícia Civil, inclusive com a participação do Delegado-Geral Aldo Pinheiro D´Avila e do Diretor da Deic, Akira Sato.

Santa Catarina inicia ação conjunta para coibir a prática da farra do boi

O período que antecede a Quaresma é o escolhido pelas pessoas que praticam ilegalmente a farra do boi em Santa Catarina. Para se preparar para coibir a prática, o Estado já iniciou uma ação conjunta da Polícia Militar de Santa Catarina, a Companhia Integrada do Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), o Ministério Público, a Polícia Civil e as secretarias de Desenvolvimento Regional para impedir a prática na região que vai do município de Itajaí a Palhoça. “A farra do boi é crime por se tratar de maus-tratos aos animais”, explica o promotor Júlio Fernandes, promotor de Justiça do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).

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Para denunciar, utilize o dique-denúncia da PM: 0800-481-717

A iniciativa neste ano repete a estratégia utilizada no ano passo, com a definição da responsabilidade de cada órgão do Governo do Estado envolvido na operação. “Na frente preventiva, o Batalhão de Proteção Ambiental da PM desenvolve palestras educativas, com distribuição de folhetos. Já na ação repressiva, o setor de inteligência da Polícia Militar identifica os criadouros irregulares de animais e a Cidasc fiscaliza os rebanhos”, explicou o comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina, coronel Nazareno Marcieneiro. Também participam das ações conselhos comunitários e ONGs.

No ano passado as mudanças deram resultado positivo. Em 2010, foram 322 ocorrências de farra do boi. Após o início das ações em conjunto, em 2012, esse número caiu para 188. Pela prática no ano passado, foram detidas 11 pessoas envolvidas com a farra, foram apreendidos 21 bois e registrados sete casos de enfrentamento de populares com a Polícia Militar.

A Polícia Militar disponibiliza o Disque Denúncia, 0800-481-717, para que as comunidades onde acontece a farra do boi possam denunciar a prática. Mas o cidadão pode utilizar outros telefones também. Veja a lista abaixo:

Polícia Militar: 190
Denúncias: 181
Polícia Civil: 197
Polícia Ambiental Florianópolis:  (48) 3348-3624 / (48) 3348-2362
Polícia Ambiental Palhoça: (48) 3286-1021 / (48) 3286-1381

Homem é assassinado no centro de Camboriú

 

Bone da vítima que foi baleada na cabeça deixado na calçada.

O crime aconteceu na tarde deste domingo, 19 de agosto, quando dois homens foram baleados bem no  centro de Camboriú, em frente a Praça da Igreja Matriz. Segundo populares que presenciaram a cena, a briga começou após um acidente de trânsito, sem vítimas. “Eram dois carros, com um total de aproximadamente 10 pessoas entre eles. Um encostou na traseira do outro e depois de pararem e desembarcarem começou a discussão e posteriormente briga, com pancadaria, até que um deles puxou a arma, mas tinha mais de um armado. Dois foram baleados. Um caiu no local, na rua Cel Benjamin Vieira, em frente à praça; o outro saiu correndo, mesmo após ser baleado nas costas. Correu e caiu próximo à padaria Armazém do Pão, na rua Francisco Barreto. Os caras fugiram”, relatou um senhor que preferiu não se identificar mas que viu tudo. “Fiquei apavorado e me escondi”, disse ele.

Os disparos atingiram o pé, a cabeça e o tórax do que caiu no local, que foi socorrido, mas não resistiu ao ferimento vindo a óbito no hospital de Camboriú. A outra vítima encontrava consciente com ferimento no abdômen, e permanece internado.

Um dos ocupantes de um dos veículos, com placa de  Santa Cecília, teria sacado uma arma de fogo e efetuado os disparos. Após a ação evadiu-se na companhia de outro suspeito abandonando o veículo no bairro Tabuleiro. Após rondas uma guarnição da Polícia Militar, localizou um dos envolvidos, com posse de duas armas de fogo próximo do local do crime. O menor portava um revólver no calibre 38 com quatro munições deflagradas e, uma pistola 765 no calibre 22 com onze munições intactas. O mesmo assumiu a autoria do crime, e disse que no momento da ação estava na companhia de outro suspeito, este com passagem crime. O mesmo foi detido  e entregue na Delegacia de Polícia, juntamente com as armas apreendidas para as medidas cabíveis.

O centro  ficou cheio de gente minutos após o acontecido, mas o local do crime não foi protegido, sendo inclusive pisoteado por populares.

 


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