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Denúncia

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Uma denuncia, com fotos, foi feita ao Expresso de que na quarta-feira, 29, um cidadão colocou fogo bem no centro da cidade de Camboriú e pior, alimentou o fogo com madeiras e outros objetos. Segundo o morador, que preferiu não se identificar, o ato acontece regularmente por diversas pessoas e, inclusive, semana passada uma outra fogueira foi acesa bem no centro da cidade, não necessariamente pela mesma pessoa.

A falta de fiscalização por parte do Poder Público em Camboriú é cada vez maior, desrespeitando leis aprovadas e sancionadas pelo próprio Poder. De acordo com a LEI COMPLEMENTAR Nº 12/2008 que “DISPÕE SOBRE O CÓDIGO DE POSTURA DO MUNICÍPIO DE CAMBORIÚ, é proibido “queimar, mesmo nos quintais, lixo ou quaisquer detritos ou objetos em quantidade capaz de molestar a vizinhança e produzir odor ou fumaça nocivos à saúde;”

 

Segue parte da lei, na íntegra:
Art. 1º – Esta lei, em consonância com as diretrizes do Plano de Desenvolvimento Territorial de Camboriú tem a denominação de Código de Posturas de Camboriú e contém as medidas de polícia administrativa a cargo do Município, instituindo as necessárias relações entre o Poder Público local e as pessoas físicas ou jurídicas em matéria de higiene, costumes, segurança e ordem pública, estabelecendo normas disciplinadoras do funcionamento de residências e estabelecimentos comerciais, industriais, prestadores de serviços e dos serviços de utilidade pública visando a disciplinar no uso e gozo dos direitos individuais e do bem estar geral.

Art. 2º – Todas as funções relativas a execução dos princípios deste Código bem como a aplicação das sanções nele contidas serão exercidos pelos setores da Prefeitura Municipal cuja competência vincule-se a questão tratada…
Art. 9º – Fica proibido:

V – queimar, mesmo nos quintais, lixo ou quaisquer detritos ou objetos em quantidade capaz de molestar a vizinhança e produzir odor ou fumaça nocivos à saúde;

 

 

Caso das Vacinas: Após denúncia, enfermeira é afastada e testemunhas serão ouvidas pela Procuradoria

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Polêmica: Vereador apresenta exames e diz que vacinação é uma fraude; Prefeitura abre sindicância interna; especialista diz que exame algum detecta as doses; OAB e Conselho Tutelar se manifestam e querem apuração dos fatos.

A polêmica e a dúvida que está tirando a paz das famílias de Camboriú iniciou há cerca de um mês, quando o vereador  Carlos Alexandre Martins, o popular Xande  denunciou na tribuna da Câmara uma suposta fraude nas vacinas públicas, aplicadas pela técnica de enfermagem da Unidade Central de Saúde de Camboriú (Policlínica). Segundo o Vereador, após internação, uma bateria de exames teria detectado a falta de imunidade em seu filho de um ano e três meses. “Ele começou com um quadro gripal, que evoluiu para  bronquite e laringite. Pela sua baixa imunidade decidimos fazer uma bateria de exames, que detectou que ele não teria recebido as doses de vacinas que constam como aplicadas em sua carteira de vacinação”, revela o Vereador. Ele acrescenta  que já desconfiava da atuação da técnica de enfermagem que atuava na unidade de Saúde Central, responsável única pela aplicação das doses: “Meu filho nunca teve reação alguma às vacinas; não sentia dor e nem ficava com marcas. Estranhava bastante e já tinha comentado com algumas pessoas que diziam que a enfermeira teria “mão boa” para injeções. Quando soube de muitos casos de Coqueluche na cidade, minha preocupação e suspeitas sobre as aplicações dobraram e, mesmo com alto custo, fiz os exames para detectar ou não à imunidade”, diz ele de posse dos resultados de alguns dos exames, que ele não permite reprodução e justifica: “por orientação do meu advogado”.

Xande diz que várias pessoas já denunciaram o fato na Secretaria de Saúde, inclusive empresários de Camboriú que, segundo ele, não querem ficar se expondo mas, “se necessário, no caso de uma briga judicial, servirão de testemunha”. Para o Vereador, que estava até há poucos meses no ninho dos tucanos, o caso deve ser averiguado pelo Ministério Público e os culpados terão que pagar pelo ato que ele chama de “criminoso”: “Vou ao Ministério Público assim que estiver com o resultado de todos os exames (falta um que exigia maior técnica e foi mandado para fora do país).

 

 

Os exames

 

Segundo o Vereador são exames específicos  de vacinação e custaram, todos, aproximadamente R$ 3 mil. “Foram feitos a pedido do pediatra do meu filho, de Balneário Camboriú,  e num laboratório também de  Balneário. Por serem exames mais complexos foram mandados para Curitiba e um deles que requer uma análise mais técnica, enviado para os Estados Unidos.

 

 

 

O que diz a Prefeitura

A diretora do Departamento Municipal de Vigilância Epidemiológica, Fabíola Rigo da Cruz, contesta a afirmação do vereador Xande em relação a “muitos casos de Coqueluche na cidade”. “Tivemos alguns casos isolados de suspeita de Coqueluche em Camboriú, mas isso está acontecendo em todo o país. Mas há mais suspeitas do que casos confirmados. Em quatro casos investigados, nenhum positivo. Apenas notificação”, contesta ela afirmando que na cidade não houve nenhum caso confirmado  de doença vinculada à vacinação. “Temos alguns casos de varicela (catapora), mas para essa doença ainda não haviam vacinas. As doses passaram a ser disponibilizadas pelo SUS este ano, a partir de setembro. A partir de agora, depois das vacinas já aplicadas, acredito que não teremos mais casos”, diz Fabíola.

Sobre a suposta fraude, a responsável pela Epidemiologia de Camboriú garante que todas as análises foram feitas e não há sinal de irregularidades. “Tivemos na verdade apenas três denúncias: uma do vereador Xande feita na tribuna da Câmara, que é oficial, e duas através da ouvidoria. Sabemos que o Conselho Tutelar se manifestou através das redes sociais e declarou que oficializou a denúncia no Ministério Público. Se assim o fez, nós da Secretaria de Saúde não fomos notificados”, relata Fabíola dizendo que logo após a denúncia em tribuna feita pelo vereador Xande a profissional que vacinava na policlínica foi remanejada para outro setor e substituída. “Mesmo depois de fazermos todas as análises na sala de vacinação; examinarmos colchão, lixo, frascos das vacinas e nada de irregular ser encontrado; mesmo diante da negativa da profissional, que nega a acusação de apenas fingir e não aplicar as doses nas crianças; afastamos  a técnica de enfermagem e a transferimos para outra unidade”, garante a diretora afirmando que a profissional atua há mais de 10 anos no ramo e tem muita agilidade na aplicação de doses injetáveis.

 

O que diz o especialista

Para o farmacêutico bioquímico Ângelo Tadeu Noldin, atuante em Camboriú, a resposta inicial à vacina diminui com o avançar da idade, além de outros fatores que interferem na imunogenicidade da vacina, como obesidade, doenças como diabetes, o uso de corticosteroide e outros medicamentos anti-inflamatórios após a vacinação, insuficiência renal crônica e infecção pelo HIV. Ainda, pode-se encontrar uma proporção de indivíduos saudáveis (± 5%), que não respondem satisfatoriamente à vacinação. “A imunogenicidade pode ser avaliada facilmente logo após a vacinação (15-20 dias) entretanto, decorrido muito tempo haverá dificuldade de analisar se há presença ou não de anticorpos; o que chamamos tecnicamente de baixo título de anticorpos, ficando praticamente indetectável em exames. No entanto, a maior prova de que a vacinação foi efetiva, é a não ocorrência de epidemias na sua forma grave e muitas vezes letal, de doenças que tem cobertura vacinal como sarampo, catapora, etc. Há muito que não se escuta falar em óbitos relacionados à estas doenças, justamente porque as vacinas são efetivas”, reforça Noldin.

Em relação ao fato das crianças não sentirem dor e nem ter reação às doses, o bioquímico explica que com o intuito de diminuir o número de injeções, em um mesmo momento, foram desenvolvidas as vacinas combinadas, produtos que, numa única apresentação, contêm um número maior de antígenos (variedade de vírus e/ou bactérias) capazes de estimular a resposta imunológica, em uma preparação com volume que varia de 0,1 à 0,5 ml.

O uso das vacinas combinadas traz benefícios como a facilidade de administração, redução da dor e do medo nas crianças, além de diminuir o número de idas aos serviços de saúde, contribuindo para o alcance elevado das coberturas vacinais.

 

“As vacinas nem sempre são detectáveis em exames laboratoriais, isto é, os anticorpos que o corpo produz após a vacinação são em pequenas quantidades. A vacinação nada mais é do que a administração de ‘pedacinhos’ dos vírus ou bactérias e assim nosso organismo faz defesas (produz anticorpos), que ficam guardados como uma memória. Quando entramos em contato com aquele vírus ou bactéria nosso organismo age rapidamente, e a doença se manifesta de forma fraca ou as vezes nem se manifesta. Fazendo uma analogia, podemos dizer que os anticorpos são como soldados de um exercito… quando não estamos em guerra temos poucos defensores, mas quando entramos em guerra são chamados e treinados novos soldados… porque nossa defesa sabe como fabricar mais defensores (anticorpos)”, exemplifica ele acrescentando que “a imunologia é uma ciência muito complexa, cada indivíduo responde de forma diferente, exemplo: algumas crianças quando vacinadas têm febre, dor, vermelhidão no local da aplicação (isto é a intensa resposta do organismo a vacina, por isso, não pode tomar anti-inflamatórios após a vacinação) e outras crianças quase não apresentam sintomas, e no entanto, ambas foram vacinadas, ambas produzirão anticorpos, mas em ‘quantidades’ diferentes, e portanto, protegidas destas doenças”, finaliza o bioquímico.

 

A OAB se manifesta

“Essa acusação feita pelo vereador Xande é muito séria e deixou a população apavorada e insegura. A Comissão da Criança e Adolescência da OAB vai solicitar, oficialmente, que o Vereador  apresente à OAB os laudos dos exames, que encaminharemos a seguir ao Ministério Público. Caso o Vereador não acate, vamos instar ao Ministério Público que solicite os laudos, por entender se tratar de um caso de respeito à cidadania”, diz a advogada Jucélia Vinholi Monteiro, presidente da OAB de Camboriú.

“Para levantar essa suspeita sobre o serviço público ele (Xande) deve estar munido de provas, porque isso coloca em descrédito todo o serviço da Saúde Pública na cidade, o que é preocupante”, complementa a advogada.

 

 

Vereadora tucana denuncia no Ministério da Saúde irregularidades no Hospital de Camboriú e pede auditoria

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A vereadora  de Camboriú, Jane Stefenn (PSDB), entregou na sexta-feira, 1º de novembro, no setor de auditoria do Núcleo do Ministério da Saúde, em Florianópolis, um relatório contendo as irregularidades na Fundação Hospitalar de Camboriú e solicitando uma auditoria no Hospital da Cidade.

Há alguns meses a Vereadora, em companhia do vereador Ângelo Gervásio (PMDB), havia protocolado uma denúncia e solicitado também uma auditoria na Unidade de Pronto Atendimento – UPA de Camboriú. “Fomos prontamente atendidos. A auditoria na UPA foi realizada e constatado todas as irregularidades. O prazo para que a Unidade atenda a população como deve esgota-se no início de 2014”, relata Jane com ar de dever cumprido.

Espaço público é comercializado sem licitação em Camboriú

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A fachada da Escola Estadual Professor José Arantes, localizada no centro de Camboriú, está toda tomada com barracas para comércio dos Gideões. O aluguel do espaço público, embora irregular, acontece todos os anos sem que as autoridades competentes tomem qualquer providência. Mas esse ano o absurdo maior é que o local foi comercializado por particular, sem licitação e apenas um percentual do valor arrecadado na locação das inúmeras barracas será “doado” à Escola.abril 037

Segurança

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Segurança

Esta semana o ex-vereador e ex-secretário de desenvolvimento regional Dão Koeddermann assumiu a Secretaria de Segurança de Balneário Camboriú. O amigo Dão terá uma tarefa árdua que é  conter a violência em Balneário Camboriú.  É necessário muito entendimento, muito conhecimento na área para conseguir traçar um planejamento eficaz e buscar solucionar, ou pelo menos amenizar tal onda de violência que ocasiona total insegurança por parte da população.

 

Segurança II

Dão Koeddermann já atuou no Desenvolvimento  Social de Balneário Camboriú, onde inclusive está lotado como funcionário concursado (fiscal de imigração); já foi chefe de gabinete em um dos governos tucanos em Balneário Camboriú; secretário de Obras no governo Pavan e secretário regional em Itajaí, do governo  LHS, através da tríplice aliança, enquanto estava acolhido no ninho dos tucanos. Não discuto, nem questiono, a capacidade do Dão. Ele é competente e eficaz, sem dúvidas. Esperamos que ele tenha também conhecimento técnico na área para traçar um planejamento eficaz, capaz de combater a violência no Município.

 

Legislativo

O início do ano legislativo em Camboriú foi marcado por denúncias vindas dos próprios vereadores. E para surpresa geral, não apenas de vereadores da oposição. A denúncia mais grave feita em tribuna, na sessão de terça-feira, 19, veio da vereadora Jane Stefenn, do PSDB, partido da Tucana. A vereadora denunciou creches municipais em estado geral de abandono. Segundo ela sem condições nenhuma de permanência humana: sem material de higiene pessoal nem material de limpeza; sem água em condições de consumo, sem ventiladores e com superlotação em sala. “Achamos uma sala com 30 crianças e apenas uma monitora”, denunciou ela para a Tucana que encontrava-se na mesa diretora, junto aos vereadores. “O teto está caindo e a situação das crianças é de risco”, complementou.

 

Cupim no bolo

A vereadora Jane não se intimidou nem um pouco com a presença da tucana na sessão. Ela iniciou e finalizou sua denúncia com o mesmo fôlego. “Na creche (municipal) Julita Pereira, Prefeita, tinha cupim caído em cima da nega maluca que as crianças iam comer”. As denúncias da Vereadora tucana não pararam por ai: colchões, geladeiras, fogões, brinquedos…tudo em “péssimo estado”. “ventiladores quebrados em uma sala com 30 a 40 alunos”, acrescentou.

 

Tucana

Talvez por estar ainda atônita com as denúncias da companheira de sigla, a Tucana não fez o seu melhor pronunciamento. Iniciou parabenizando todos os eleitos e dizendo: “…nós fomos os escolhidos”. Ai eu abro um parênteses, porque tem vereador eleito, logo escolhido pelo povo para legislar e que não está na Câmara por escolha da Tucana, caso da Fátima Gervásio, que assumiu a Secretaria da Educação, por escolha da Prefeita, e abriu espaço para seu suplente, Zé Pedro, que desta vez não foi escolhido pelo povo. Mas isso são meros detalhes… Vamos nos ater ao que a Tucana disse em relação à denúncia da vereadora: “enquanto deixamos de consertar um teto de uma creche (Julita Pereira) construímos cinco creches”.

 

Tucana II

Com todo respeito e admiração que tenho à prefeita Luzia, não posso concordar com isso. Não se pode colocar em risco a vida de uma, quanto mais de 30 crianças enquanto esperamos por uma sala nova. Primeiro conserta-se a creche, e depois constroem-se outras. Como permitir que uma creche funcione com seu “teto caindo”, (segundo testemunho da vereadora Jane)? E em relação à falta de água potável, falta de material de higiene e limpeza, colchões sem condições de uso e ventiladores quebrados, concluo que é mero descaso, porque são itens fáceis de resolver. O dia que me disserem que faltou café com leite no Paço Municipal, eu vou acreditar que acabou a verba. Mas os funcionários e a prefeita tomar café com leite com a verba pública e as creches passarem necessidade é criminoso.

 

Um tucaninho me contou…

…que na creche da bacia as crianças tomam banho na bacia que as merendeiras usam para cozinhar porque o chuveiro não tem condições de uso. E, segundo o tucaninho, teve dias essa semana que a comida foi só ovo cozido amassado. “Vai ver que nem precisaram da bacia porque não tinham o que cozinhar”, me disse o tucaninho.

Sem comentários!

 

Legislativo II

Entre os 15 vereadores, na minha opinião, na primeira sessão, destacaram-se, pelo belo discurso, pela elegância e clareza ao falar, os vereadores Ângelo Gervásio; Canidia, Jane e Xande. E três deles são da situação e nem por isso “venderam” suas mentes. O vereador tem que ter uma postura de homem público, tem que ser dono de seus atos e palavras. Quando um vereador, mesmo que da situação, tem a “coragem” de ir à tribuna e denunciar algo errado no governo, há de ser reconhecido seu valor como homem público. Isso sim é cumprir o seu papel de fiscalizar e zelar pelo povo. Isso sim é honrar seu voto. Depois dessa primeira sessão, coloquei fé nessa gestão. Acho que, na figura desses quatro vereadores, essa Câmara promete melhorar em muito o dia a dia do camboriuense.

 

Legislativo III

Usando a tribuna o vereador Ângelo Gervásio contestou o pronunciamento do Presidente da Casa, o vereador Márcio do Kido, que teria referido-se à Câmara como se todos estivessem juntos, sem oposição. “Sou PMDB, sou vereador de oposição e faço oposição sim. Ainda estamos na graça de ter vencido a eleição. Hoje estamos todos felizes mas temos que tomar cuidado com isso. Nós ganhamos bem, mas temos que viver a vida do cidadão. Nossa cidade é um caos. Nós não temos motivo nenhum para ficarmos felizes. Onde nós vamos na cidade tem gente reclamando”, disse o peemedebista.

 

 

 

 


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