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Mais Médicos: Profissionais começam a atuar em Camboriú

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A médica cubana Yadnil Elizabeth Gómez Vázquez chegou a Camboriú na semana passada e já conhece as instalações da Policlínica Municipal, onde irá trabalhar pelos próximos três anos. Durante toda esta semana ela passará por um treinamento com outros médicos para se habituar à rotina do Programa de Saúde da Família (PSF), além de se inteirar sobre a demanda de atendimentos e os exames e encaminhamentos realizados na cidade. A médica deve começar a atender na próxima semana.

Depois de formada, a profissional trabalhou por dois anos prestando serviço social como médica em Cuba, depois disso fez uma especialização em Medicina Geral Integral e também tem mestrado em Saúde da Mulher, além da experiência de ter trabalhado por dois anos no Haiti. Assim como Yadnil, a médica Solange Marise Krueger chegou a Camboriú através do Programa Mais Médicos. Desde outubro na cidade, ela veio de Salvador, na Bahia, e já atende os pacientes no Posto de Saúde do Bairro São Francisco de Assis.

De acordo com a secretária da saúde Márcia Regina Oliveira Freitag, os profissionais receberão capacitação enquanto trabalham pelo Mais Médicos. “Eles irão fazer uma pós-graduação online ­em Saúde da Família oferecida pelo Ministério da Saúde. Além disso, os médicos serão avaliados mensalmente pela Gestão de Saúde local e pelo coordenador do Programa no Estado”, explica Márcia.

O Programa Mais Médicos leva profissionais para atuar nas unidades de saúde do país, principalmente em regiões carentes, onde há falta desses profissionais. O contrato poderá ser renovado uma vez e os médicos serão remunerados com uma bolsa-formação, paga pelo Governo Federal.

Profissionais da Saúde são homenageados na Câmara de Camboriú

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Uma sessão solene marcada pelo reconhecimento aos profissionais da saúde do município de Camboriú.

Na noite desta quarta feira(07), os vereadores entregaram as placas de homenagem aos 15 indicados ao Prêmio Mérito Saúde da cidade de Camboriú.
O Prêmio foi instituído em 2010 através de uma lei municipal de autoria do então vereador Zé Branco. Conforme a lei, cada vereador pode indicar anualmente 01 profissional ou entidade a ser homenageada.

Um dos homenageados com mais tempo de serviços prestados à comunidade camboriuense foi o médico José Fornar,  que há 42 anos atende a população de Camboriú.

A sessão contou com a presença da comunidade, familiares dos homenageados, imprensa e autoridades em geral.

 

CONFIRA AS INDICAÇÕES E HOMENAGEADOS DA NOITE

PROFISSIONAL HOMENAGEADO

Dra Fabiana de Souza
indicação – Antonio Paulo da Silva Neto (Pitéco)

Dr José Fornari
indicação – Márcio Aquiles da Silva(Márcio do Kido)

Luciane Corrêa Costa
indicação – Luana Lázzaris

Édson Carneiro (Paquito)
indicação – Toninho Portela

Oscar José Teixeira
indicação – Angelo Gervásio

Armi Gervásio
indicação – Zé Pedro

Zamara Colzani Roberti
indicação – Eduardo Melo Rebelo(Dado)

Dr Élcio Rogério Kuhnen
indicação – Alexsander Alves Ribeiro (Canídia)

Simone T. K. Dacoreggio
indicação – Carlos Alexandre Martins(Xande)

Janete Teixeira Pereira da Silva
indicação – Fátima Gervasio

Simone Moser
indicação – Eliomar Getulio Pereira(Má da Madereira)

Aparecido José da Silva Santos
indicação – Jane Stefenn

Mário Carlos Gonçalves
indicação – Josué Pereira

Moacyr Custodio Júnior
indicação – Zeca Simas

Ademir Luiz da Silva
indicação – Josenildo Rosa (Guigo)

 

Fotos Inalda do Carmo

Inclusão de novos medicamentos e tecnologias no SUS dobra em 2012

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Criada em 2011, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) acelerou e qualificou a inclusão de novos na rede pública
Em um ano, o Ministério da Saúde incluiu 29 medicamentos e procedimentos no Sistema Único de Saúde (SUS), o que equivale ao dobro da média de incorporações feitas nos últimos seis anos antes da criação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), em 2011.

Formada por seis órgãos de saúde, incluindo o Ministério, a Conitec já analisou quatro vezes mais tecnologias do que a média entre 2006 e 2011. Mais de 20% delas foram aprovadas e estarão disponíveis na rede pública ainda no primeiro semestre deste ano. O primeiro deles começou a ser distribuído aos estados essa semana: o oncológico trastuzumabe, usado para tratar o câncer de mama. Ao todo são 29 medicamentos e procedimentos, entre os quais as vacinas para hepatite A e tetra viral, os biológicos para artrite reumatóide e o antirretroviral maraviroque. “Com a Conitec, os usuários do SUS têm acesso mais rápido a novos medicamentos, de forma segura, uma vez que eles passam por rigorosa avaliação científica de especialistas”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Para aprovar uma nova tecnologia, a Conitec exige documentos e estudos que comprovem evidência clínica consolidada, eficácia, eficiência e custo-benefício dos produtos. O processo conta ainda com a participação da sociedade por meio de consultas públicas. Tais exigências criam a cultura nas empresas de apresentarem propostas a partir de estudos científicos que justifiquem seus produtos.

Apesar do enrijecimento dos critérios para aprovação, há rapidez no processo porque a Conitec respeita prazos para deliberação e oferta dos produtos.

A criação da comissão também garante economia orçamentária para o governo. Apesar da incorporação de um maior número de procedimentos e medicamentos, o percentual do gasto do Ministério com assistência farmacêutica se mantém na mesma média dos últimos 10 anos.

A estimativa é que essas inclusões tenham um impacto de R$ 1 bilhão no orçamento. “O investimento atende a prioridade do Ministério da Saúde de garantir o acesso a tratamentos modernos, eficazes e gratuitos. Com isso, reduzimos as complicações decorrentes do agravamento das doenças, possibilitamos melhor qualidade de vida dos pacientes e reduzimos os gastos com internações e ações judiciais”, afirma o secretário de ciência e tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha.

PRAZOS - Para o processo de análise, a Lei 12.401/11, que regulamenta a Conitec, prevê um prazo de 180 dias. O pedido de incorporação de um medicamento pode ser feito pela empresa fabricante, por um paciente ou entidade civil. Porém, para ser analisado, o medicamento deve ter registro na Anvisa.

Após a recomendação favorável pela incorporação e publicação em portaria, o SUS tem mais 180 dias para garantir e disponibilizar a tecnologia à população. Esse prazo permite que o Ministério da Saúde defina a forma de compra do produto (centralizada – sob responsabilidade do governo federal, ou descentralizada – com subsídios de estados e municípios) e elabore ou atualize o protocolo clínico (que orienta os profissionais de saúde quanto ao uso do medicamento) e faça a distribuição do produto às secretarias estaduais de saúde.

Atualmente, outras 45 tecnologias estão em análise pela Conitec para possíveis incorporações mediante a elaboração ou a atualização de protocolos clínicos e as diretrizes terapêuticas. Para conferir o processo de análise em que se encontram os medicamentos, basta acessar o site:

http://portal.saude.gov.br/portal/saude/Gestor/area.cfm?id_area=1611

Por Rhaiana Rondon, da Agência Saúde – ASCOM/MS
(61) 3315-3580/2918

UPA continua atendendo em horário reduzido

Os adesivos na porta da UPA, que está funcionando como posto de saúde, indica o horário restrito de funcionamento e a escassez de médico e dentista

Ainda vão pelo menos seis meses para que a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 Horas de Camboriú funcione como deve. O local, que faz parte e foi construído com verba exclusiva do Governo Federal e que deveria estar com suas portas abertas atendendo à comunidade 24 horas, funciona de segunda a sexta-feira, no horário comercial e serve de abrigo para as instalações do Posto de Saúde do Tabuleiro, enquando a antiga Unidade de Saúde do bairro passa por reformas.

“A privisão mínima é de seis meses até que a UPA funcione como deve e 24h”, diz a secretária da Saúde de Camboriú, Margareth Cadore. Ela explica que após a inauguração a Prefeitura tem que mandar um atestado de conclusão da obra, para receber o resto da verba destinada a compra de equipementos e mobiliário. “Esse parecer nós já recebemos do Ministério da Saúde, mas o montante ainda não foi depositado. Quando estiver liberado para a Prefeitura, o valor restante é de R$ 350 mil, ai daremos início ao pregão para a compra de equipamentos, o que demora de um a dois meses; e logo a seguir a contratação de pessoal especializado para atuar na UPA”, informa Margareth.

Ela conta que após todo esse processo ainda tem que ser feito um credenciamento junto ao Ministério da Saúde para o recebimento de verba mensal para o funcionamento. “Na verdade o UPA não está credenciado a funcionar como tal. Estamos usando a estrutura para a reforma do posto do Tabuleiro. Não teria sentido uma estrutura dessas fechada, sem ser utilizada. Por isso transferimos o posto de saúde para lá enquanto reformamos as instalações antigas”, conclui.

 

Definição da UPA, de acordo com o Ministério da Saúde

UPA – Unidade de Pronto Atendimento

Unidades de Pronto Atendimento (UPA) funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana e podem resolver grande parte das urgências e emergências, como pressão e febre alta, fraturas, cortes, infarto e derrame. Com isso ajudam a diminuir as filas nos prontos-socorros dos hospitais. A UPA inova ao oferecer estrutura simplificada, com raio-X, eletrocardiografia, pediatria, laboratório de exames e leitos de observação. Nas localidades que contam com UPA, 97% dos casos são solucionados na própria unidade. Quando o paciente chega às unidades, os médicos prestam socorro, controlam o problema e detalham o diagnóstico. Eles analisam se é necessário encaminhar o paciente a um hospital ou mantê-lo em observação por 24 horas.

As UPAs fazem parte da Política Nacional de Urgência e Emergência, lançada pelo Ministério da Saúde em 2003, que estrutura e organiza a rede de urgência e emergência no país, com o objetivo de integrar a atenção às urgências.

 

Governo catarinense busca igualdade dos recursos federais para a Saúde

O governador Raimundo Colombo e o secretário da Saúde, Dalmo Claro de Oliveira, apresentam ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os déficits do setor em Santa Catarina, em audiência às 16h desta quarta-feira, 27, em Brasília. O Governo do Estado busca melhorar os serviços oferecidos à população e igualar os valores repassados pelo Governo Federal a Santa Catarina em comparação com os outros Estados do Sul.

A análise que será apresentada foi feita pelo Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistema - DRAC. O estudo foi baseado no processo de descentralização dos municípios, na gestão dos prestadores vinculados ao Sistema Único de Saúde – SUS, de acordo com os compromissos do Pacto de Gestão e a disponibilidade dos recursos conforme a programação Pactuada e Integrada da Assistência – PPI, ambulatorial e hospitalar, que requer ajustes periódicos.

Agenda em Brasília
Em Brasília, o governador também participará de audiência às 15h com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante; às 17h com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos; e às 18h com o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes – DNIT, Jorge Ernesto Pinto Fraxe.


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