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Chorão, do Charlie Brown Jr., é encontrado morto

A Banda estava de férias. O  último show que fizeram foi em Camboriú, (no fim de janeiro).

Chorao-do-Charlie-Brown-Jr

MARTHA ALVES
DE SÃO PAULO

O vocalista da banda Charlie Brown Jr., Alexandre Magno Abrão, 42, conhecido como Chorão, foi encontrado morto na madrugada desta quarta-feira, em seu apartamento em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo.

Segundo sua assessora de imprensa, Chorão foi encontrado por uma pessoa da equipe que trabalhava para a banda. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Chorão nasceu em São Paulo, mas se mudou para Santos (litoral de São Paulo), onde fundou a banda na década de 90. Ele era o único integrante que permaneceu na banda em todas as fases desde a fundação.

Em 2009, a banda ganhou o prêmio Grammy Latino com o álbum “Camisa 10 joga bola até na Chuva”.

Uma das músicas mais conhecidas da banda é “Proibida para mim”, composta pelo cantor Chorão para uma namorada. A música também foi gravada pelo cantor Zeca Baleiro.

O cantor também mantinha o Chorão Skate Park em Santos, uma pista de skate indoor frequentada por praticantes de skate iniciantes, amadores e profissionais.

CINEMA

O cantor também se aventurou no cinema e escreveu o roteiro do filme “O Magnata” (2007), dirigido pelo cineasta Johnny Araújo, que conta a história de um playboy revoltado e ídolo de uma banda de punk rock.

“É um nicho para a juventude que todo mundo tem medo de explorar”, disse o diretor do filme”.

Câncer é uma das maiores causas de mortes no mundo

A doença não é o maior medo da população, mas é o que causa um dos maiores percentuais de mortes

Apesar dos avanços da medicina e de novos tratamentos, o câncer ainda é uma das maiores causas de morte no mundo. A tendência é que os números aumentem nos próximos anos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que chegaremos a 27 milhões de diagnósticos da doença até 2030.

 Segundo informações da revista Time Magazine, uma importante publicação americana, o tabagismo é o que motiva a maioria dos óbitos, em seguida vem o câncer. A cada três pessoas com a doença, uma morre em decorrência do problema. As chances de perder a vida em função de um tumor cancerígeno são superiores a problemas como doenças cardiovasculares e intoxicação alimentar, por exemplo.

Os altos índices, são um alerta. “A população precisa ficar atenta, procurar fazer exames e buscar um diagnóstico rápido para aumentar as chances de tratamento, inclusive usando a radioterapia como aliada. A Corb Radioterapia, por exemplo, oferece o tratamento avançado com uso de equipamentos de ultima geração em Balneário Camboriu”, explica o médico Omar Ruzza Filho. Outro dado importante está na identificação do tipo de câncer. O segundo mais mortal é o de estomago, que deve atingir 12.670 homens e 7.420 mulheres no Brasil em 2012, de acordo com informações do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Entre 2012 e 2013, um milhão de brasileiros terá algum tipo de câncer, a maior incidência deve ser nos homens, com uma taxa que pode chegar a 51%.

Veja na tabela os principais causadores de mortes e os medos da população, segundo pesquisa da revista americana:

 

OS GRANDES MEDOS E A REALIDADE
Ataque terrorista Muito baixo para ser calculado
Morrer de ataque de tubarão 1 entre 280 milhões
Morrer de acidente de avião 1 entre 3 milhões
Morrer atingido por raio 1 entre 350 mil
Morrer de acidente de carro 1 entre 7 mil
Intoxicação alimentar 1 entre 7
Doença cardiovascular 1 entre 4
Morte prematura por obesidade 1 entre 4
Câncer 1 entre 3
Morte por tabagismo (fumantes) 1 entre 2
Fonte: Time magazine  

 

Informações para a imprensa – Oficina das palavras:

Rafaella Reinert – editora@grupoodp.com.br – (47) 3346-3797 / (47) 9994-3200

Acusados da morte de Neri dos Santos foram condenados por juri popular

Eram 3h da manhã de quinta- feira (24), quando a juíza titular da Vara Criminal de Camboriú, Camila Coelho leu a sentença da sessão de julgamento pelo Tribunal do Júri condenando três dos cinco acusados de participar do assassinato de  Eneri Antonio de Souza, em agosto de 2008. O primeiro resultado foi de Anderson Alves de Souza, condenado a 13 anos e seis meses. Em seguida, do irmão de Anderson, Paulo Alves de Souza condenado a 14 anos; e por último saiu a condenação de Isaías Ferreira Santiago, conhecido como Pelé, condenado, em primeira fase, a 3 anos e 20 dias de multa, por ser reincidente passou automaticamente para 4 anos, sendo que na 3º fase sua sentença ficou definida com mais 50% da pena, ou seja, seis anos de reclusão e 30 dias de multa em regime fechado. Eles poderão recorrer da condenação em liberdade Após a leitura o silêncio invadiu a sala de júri, apenas dava para se ouvir choro das mulheres e familiares dos réus.

JURADOS

O júri começou com o sorteio dos sete jurados, entre eles cinco mulheres e dois homens que, durante quase 17 horas ouviram atentamente as testemunhas, os réus, os quais ficaram sentados lado a lado de frente para os jurados. Após os seus depoimentos, iniciou as teses dos advogados de defesa, da promotoria e do advogado assistente de acusação.

RÉUS

Anderson e Paulo consecutivamente se mantiveram de cabeça baixa sem sequer olhar para os jurados, já Pelé se mostrou tranqüilo e em nenhum momento baixou a cabeça. Foi o único a encarar os jurados.  Foi ele o primeiro acusado a dar depoimento e a responder as perguntas da juíza.

ANDERSON RÉU CONFESSO

O ponto alto do julgamento foi o depoimento de Anderson réu confesso, em meio a lágrimas afirmou que foi ele quem atirou, mas que não tinha intenção de matar. Neste momento, o público presente pode ouvir o soluçar de Dona Laudelina de Souza, 82, mãe de Eneri. Ele afirmou que foi contratado por Wagner Correia de Souza para apedrejar a casa de Angelo, irmão de Eneri e, que recebeu o valor R$ 3 mil pelo serviço; “retificando o mesmo depoimento que possui gravado nos autos”. Em sua alegação contou que pegou sua moto e foi confirmar o endereço da residência do alvo. Em seguida voltou para casa pegou sua arma de fogo e retornou ao endereço do alvo deu dois tiros para cima e os outros foram deflagrados em direção a casa, no momento que se desequilibrou da moto. Esta foi sua alegação de ter atingido a vítima sem intenção de matar. Ele também ressaltou que seu irmão Paulo não teve nada haver com os acontecidos e, garantiu que foi sozinho até a casa de Eneri e que não teve contato com Pelé antes ou depois do crime e seu único contato foi Wagner.

MINISTÉRIO PÚBLICO
Durante o julgamento, o Ministério Público insistiu na ligação dos três acusados com o ex-prefeito Edson Olegário e Wagner Correia de Souza. O promotor André Otávio Vieira de Melo em meio a suas alegações proferiu palavras como requintes de gangster, coronel, patrão, amigo do governador. Além de contar aos jurados a história de vida de EL CAPONE, fazendo referência a quem considera o mandante do crime, Edson Olegário, ex- prefeito.

ADVOGADOS DE DEFESA

Os irmãos Anderson e Paulo foram representados pela advogada Karina Schlichting. No momento do júri outro advogado entrou em cena apresentando sua tese de defesa. Mesmo seu cliente, Anderson, sendo réu confesso o advogado bateu na tecla que sua intenção não foi de matar.  Fez referências ao crucificamento de Jesus Cristo como um dos maiores júres do mundo e solicitou aos jurados para que fossem justos e não justiceiros, requereu assim uma pena menor para seu cliente. A defesa também se ateve na acusação de que os irmãos Anderson e Paulo teriam sidos torturados pela Polícia Civil para confessar o crime. A acusação de tortura também foi feita por Anderson durante seu depoimento.

Do outro lado, o advogado José Álvaro Machado defendeu Isaías Ferreira Santiago, o Pelé. Sua tese foi fundamentada na falta de prova para incriminar seu cliente. Na ocasião, ele exibiu um vídeo com trechos de depoimentos de dois empresários de Camboriú (amigos na época do ex- prefeito Edson Olégario), os quais foram interrogados se conheciam Pelé e qual era a ligação dele com Olegário, ambos afirmaram saber que Pelé fazia parte de uma empresa de vigilância e trabalhava como segurança do o ex- prefeito.

SENTENÇA

Segundo o advogado José Álvaro Machado defensor de Pelé a decisão foi contrária porque as provas dos autos apontava a absolvição. “Nosso próximo passo é apelação. Vamos recorrer ao Tribunal de Justiça”, destacou Machadinho.

Relembre o  caso

Pelé foi segurança segurança de Edinho e teria contratado os irmãos Souza a mando de Wagner, para que executassem Ângelo Manoel de Souza, que vinha denunciando supostas irregularidades na Prefeitura de Camboriú. Em vez de Ângelo, o seu irmão, Eneri, acabou assassinado por engano no dia 30 de agosto de 2008.

O valor combinado pela execução, conforme acusação do MP, foi de R$ 5 mil, mas como a pessoa errada foi morta, os irmãos receberam apenas R$ 3 mil.

O crime

Em 30 de agosto de 2008, o deficiente Eneri Antônio de Souza, o Neri, foi morto com seis tiros, disparados por dois motoqueiros, em frente à sua residência. A vítima era irmão de Ângelo Manoel de Souza, que foi um dos denunciantes que resultou numa Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigava possíveis fraudes no governo de Edinho. A polícia Civil e o Ministério Público acreditam que Eneri possa ter sido morto por engano, no lugar do irmão. Edinho é acusado de ser o único mandante do crime e também é acusado de bolar atentados contra vereadores que eram contra ele na CPI.

A Prisão

Edinho teve sua prisão provisória decretada na noite de sexta-feira, 23 de abril de 2010, e na manhã de sábado já não foi localizado pela polícia.

Com duas prisões preventivas (por tempo indeterminado) expedidas: uma pela Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC), que investiga os atentados aos vereadores de oposição nos anos de 2005 a 2008; e outra expedida pela Central de Investigação de Balneário Camboriú, responsável pela investigação do homicídio do portador de necessidades especiais Eneri Antônio de Souza, 59 anos, assassinado em 30 de agosto de 2008, às 15h, durante o pleito eleitoral; o ex-prefeito mantem-se foragido até o dia 11 de maio se entrega à DEIC de Florianópolis, onde fica preso.

13 de maio – atendendo determinação da juíza da Comarca de Camboriú, o ex-prefeito é trazido para a DEIC de Balneário Camboriú, onde pernoita (preso).

14 de maio – Edinho é transferido para o Cadeião de Balneário Camboriú, onde permanece até o dia 26 de outubro, quando tem liberdade provisória.

TJ julga pedido da defesa para que Lucas Spernau não vá a júri popular

Jovem é apontado como responsável por acidente que resultou na morte de três pessoas

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) analisa nesta terça-feira o pedido da defesa do estudante Lucas Spernau, 21 anos, para que ele não seja julgado em um júri popular. O jovem é apontado como o responsável por um acidente que resultou na morte de três pessoas em dezembro de 2009, em Balneário Camboriú.

Além do recurso da defesa, também será analisado um recurso do Ministério Público que pede a inclusão de uma qualificadora ao processo – para o MP, Spernau teria colocado toda a comunidade em risco ao dirigir, supostamente, de forma perigosa. A qualificadora foi afastada pela Justiça na primeira análise do caso.

Publicação Diário Catarinense, desta terça-feira, 18 de outubro

A despedida do guerreiro

O vice-presidente José Alencar despede-se dos brasileiros com um grande exemplo de coragem, inesgotável ânimo de lutar pela vida e as causas nas quais se acredita. Sem dúvida, entra para a história como um referencial de empreendedorismo na iniciativa privada, competência e visão moderna na gestão do setor público, ética e estoicismo.

Homem cuja sabedoria lhe poupou arroubos de vaidade, José Alencar desempenhou função muito importante no tocante ao avanço da economia brasileira: estabeleceu um canal mais fluido de comunicação entre a iniciativa privada e o Estado, contribuindo de modo significativo para a remoção de alguns obstáculos burocráticos e para que algumas medidas importantes para o crescimento do PIB fossem adotadas.

Sem jamais descumprir os compromissos de lealdade com o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nos dois mandados aos quais foram eleitos por milhões de brasileiros para governar a Nação, José Alencar nunca permitiu que se descaracterizasse sua crença no empreendedorismo, na importância do empresariado, na livre iniciativa, na economia de mercado e na necessidade de se adotarem medidas voltadas ao estímulo do nível de atividade. Sempre que necessário e pertinente, defendeu a redução dos juros e a revisão do “Custo Brasil”. Sua presença no governo, sem dúvida, ajudou muito no sentido de se romperem anacrônicos paradigmas da interação entre governo e setor privado.

No primeiro mandato de Lula, José Alencar e Luiz Fernando Furlan, então ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), foram autênticos embaixadores dos setores produtivos perante o governo, cultivando uma abordagem arejada, moderna e de maior produtividade da máquina estatal. Exemplo prático e concreto dessa visão empresarial no governo foi o grande salto das exportações, por meio de um arrojado e bem-sucedido programa de comércio exterior. Participei e acompanhei isso de perto, como presidente da Apex Brasil.

Que a semente plantada por José Alencar continue gerando e multiplicando frutos no setor público, para que o Brasil possa contar com mais ações governamentais realizadas com a participação de empresários. Nesse sentido, temos muitos desafios pela frente, em especial na retomada das exportações, no resgate dos gargalos da infraestrutura, nos programas de fomento no âmbito do MDIC e nas obras relativas à Copa do Mundo de 2014 e Olimpíada de 2016. Neste momento de sua triste despedida, nosso grande vice-presidente nos deixa um legado de trabalho, probidade, coragem e de certezas quanto à eficácia e pertinência de ações coesas e sinergéticas do Estado e da sociedade na conquista do desenvolvimento.

*Juan Quirós é presidente do Grupo Advento e vice da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e da ABDIB (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base).


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