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Aécio X Dilma

Espaco espaco expresso

Passado a grande euforia do pleito de 5 de outubro último, onde nossos políticos aqui da terrinha buscaram incansavelmente e, na maioria dos casos, sem muito resultado, votinhos para seus apoiadores; chegamos ao segundo turno onde, no nosso estado, escolheremos quem vai governar a Nação: Dilma X Aécio Neves. É o mesmo que dizer: “se correr o bicho pega; se ficar o bicho come”.

De um lado o PT que após 12 anos de mandato já apresenta os resultados de uma administração desastrosa. Do outro lado o tucano Aécio, uma figura jovem e preparada, mas que traz em sua bagagem resquícios da administração tucana que, por estar há 12 anos atrás, o povo já não lembra muito e, os que têm o título eleitoral fresquinho, não conhece.

Mas a “onda da virada” pode trazer a mudança política tão esperada, só não sabemos se o resultado será satisfatório. Isso será a grande surpresa. A incógnita necessária, acredito.

E agora?

Depois da acirrada campanha que nossos vereadores, a prefeita Luzia e seu vice, além de seus secretários municipais, com exceção do Altamir Montibeller, fizeram para o tal do João Rodrigues, lá de Chapecó, acredito que eles agora ao invés de pedir voto para o Aécio Neves, como reza a lenda da coligação tucana, eles vão pedir votinho para o PT, para a Dilma. Tentarei explicar e pediria que meus pouquíssimos leitores acompanhassem o meu raciocínio: Se o vereador Zeca Simas declarou em tribuna que 10 dos 15 vereadores estavam trabalhando para o João Rodrigues porque esse tinha trazido alguma verba para Camboriú e que, segundo o Vereador, o candidato Fabrício de Oliveira não ganhava o apoio deles porque nunca tinha feito nada por Camboriú, acredito que eles votarão todos no PT já que o governo federal é o responsável pelos milhões enviados ao município através dos PACs enquanto Aécio Neves, acredito eu, nem deve saber que Camboriú está no mapa.

Quero deixar claro que eu voto Aécio; mas reforço também que eu não sou da “turma deles”; que eu não votei no João e que, aliás, continuo sem conhece-lo.

Edinho

O ex-prefeito Edinho Olegário (PDT) que estava aguardando julgamento em Brasília, referente a sua candidatura, teve seu processo indeferido, o que significa dizer que Edinho perdeu em última instância. Com o resultado Edinho Olegário, que teve sua candidatura impugnada pelo Ministério Público, resquícios da CPI que respondeu ainda em 2005, quando foi prefeito de Camboriú, fica enquadrado no Ficha Limpa, o que o impede de concorrer no próximo pleito a prefeito.

Um tucaninho me contou…

…que o partido do Galo já se prepara para investir em novo nome para 2016. Segundo a avezinha, que já está circulando pelo terreiro alheio, galináceos já preparam o bote. Tem gente grande que já dá o tom na vizinhança.

Fica esperto!

Gente nova

…e tem gente nova e grande na política local, que já prepara o terno para a posse em 2017. Além de alguns nomes que pensam ter surgido nesse pleito de agora e que podem emplacar em 2016, há aqui pela terrinha nomes de peso que já articulam chapas para o pleito de 2016. E o cargo pleiteado é o de prefeito e, para tanto, já contam com o apoio da classe empresária local e até regional. Periga emplacar!

Gente nova II

A verdade é que será necessário para 2016 muita gente na política da terrinha. Eu acredito numa renovação total e as urnas do dia 5 mostraram isso. O povo está cansado do conchavo; do sorriso falso; do tapinha nas costas. Político agora tem que vir com ideias novas e inteligentes. Tem que mostrar a que veio e fazer bonito. Tem que caminha lado a lado com a população ou a resposta vem nas urnas. É isso ai; o povo aprendeu. Tomara!

PMDB movimenta a Areias com comício neste domingo

Centanas de pessoas participaram do comício da coligação “A vida é o valor maior” do PMDB, PT e PTN, na terde deste domingo, 2 de setembro, no bairro Areias, em Camboriú. Como que relembrando os velhos tempos do PMDB, como o slogan “o Sol voltou a brilhar”, do ex-prefeito Wilson Plautz, o Rolinha, o astro rei esteve presente o tempo todo, tornando a tarde linda e calorosa.

O evento político contou com a presença do ex-governador do Estado, Paulo Afonso (PMDB), e com o deputado Volnei Morastoni (PT).

As fotos são do comício.

Amadurecimento democrático

Julgamento do mensalão pode representar início de mudança da cultura de impunidade

O julgamento começa nesta quinta-feira, 2 de agosto, com a leitura de um relatório resumido pelo ministro-relator, Joaquim Barbosa, e depois com a sustentação oral, de cinco horas, da Procuradoria Geral da República (PGR), responsável pela acusação.

A partir daí, o Supremo vai encarar uma maratona de embates jurídicos nunca vistos na história da Corte. Serão 38 horas para contra-argumentos dos advogados. Após a apresentação das defesas, Barbosa apresentará o seu voto. Somente essa fase deve consumir três sessões inteiras (em torno de 15 horas) do STF. Em seguida, serão necessárias outras prováveis 15 horas para a leitura do voto do ministro-revisor, Ricardo Lewandowski, e um sem número de sessões dedicadas aos votos dos outros ministros e debates entre eles.

Mesmo com um esforço concentrado no início de agosto, com sessões diárias, acredita-se o julgamento do mensalão terminará apenas em meados de setembro. Apenas como efeito comparativo, a análise do caso Collor – que foi julgado e inocentado em 1994 pelo crime de corrupção passiva no chamado ‘Esquema PC’ – é considerado tão emblemático quanto o mensalão. Também neste caso foi necessário um esforço concentrado, mas teve duração de quatro sessões do Supremo: cerca de 50 horas de julgamento.

Parlamentar

O líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE), foi à tribuna para destacar a importância do julgamento dos réus do escândalo do mensalão, que começa nesta quinta-feira (2) no Supremo Tribunal Federal (leia a íntegra do pronunciamento).

Para o tucano, a decisão do STF pode representar o início de uma mudança de cultura que há séculos impera no país: a da impunidade e a de que poderosos não são julgados da forma como deveriam. O tucano também reafirmou a confiança do partido no Supremo e o respeito à posição que será tomada pelos ministros da mais alta Corte do país.

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PT tenta, a todo custo, adiar o ajuste de contas dos mensaleiros com a sociedade brasileira

Chegou a hora: STF começa julgamento do mensalão nesta quinta-feira

De acordo com Araújo, a nação se prepara para acompanhar a partir de amanhã um acontecimento especial. “O início do julgamento do mensalão nada mais é do que a crença de gerações que ajudaram a preparar o país para fortalecer e amadurecer o sistema democrático”, apontou.

 

O tucano relatou o andamento institucional do processo que agora culmina na decisão dos magistrados, passando desde a instalação da CPI dos Correios e ao envio ao Ministério Público do relatório da comissão de inquérito até o julgamento político de deputados supostamente envolvidos no esquema criminoso. O líder lembrou ainda que não houve qualquer contestação de que o Supremo não respeitou o mais amplo direito de defesa.

Qualquer que seja o veredito, nós avançamos e concretizamos um importante momento da democracia brasileira”, reiterou o líder do PSDB. Ele destacou que parlamentares de legendas da oposição assistirão juntos na Câmara ao início dos trabalhos, previsto para as 14h. “O início deste julgamento é a sinalização de que o Brasil dá para si mesmo e para o mundo de que as instituições estão funcionando e vão cumprir este papel”, reiterou o deputado.

Medida inócua

Líder do PSDB considera incoerente cortar Orçamento e manter 38 ministérios

 

O corte de R$ 55 bilhões no Orçamento deste ano anunciado pelo governo federal poderia ser menor se a administração pública fizesse a lição de casa, cortando as despesas na própria carne. Essa é a opinião do líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE). “O governo opta por contingenciar o orçamento, que foi discutido e votado pelo Congresso, em vez de reduzir seus gastos de forma mais drástica. É incoerente dizer que é preciso fazer cortes e manter 38 ministérios”, disse.

Na semana passada, Araújo protocolou proposta endereçada à presidente Dilma de reengenharia da administração direta federal, baseada no enxugamento de 38 para 31 estruturas ministeriais, na redução de 20% das despesas de custeio e de, no mínimo, 20% do número de cargos em comissão do grupo DAS (Direção e Assessoramento Superiores). As medidas produziriam uma economia de, no mínimo, R$ 3,4 bilhões por ano.

Tesourada: assim como ocorreu em 2011, provavelmente governo não cumprirá promessa

 

“O Planalto sequer sinalizou que pretende reduzir o tamanho da máquina pública, cada vez mais cara e ineficiente. E cortar investimentos é impor sacrifícios ao cidadão”, disse.

Boca assina ficha no PT e entra na briga pela Prefeitura de Camboriú em 2012

Executica de Camboriú durante a visita do deputado Volnei Morastoni

O ex-vereador Imenésio de Souza, o popular Boca que já comandou, em outros tempos,  o PDT de Camboriú, ingressa agora no PT e, segundo o presidente municipal da sigla, o ex-vereador Lucien Anderson de Aguiar,  “é forte candidato a prefeito da cidade, no pleito de 2012”.

Boca deixou o PDT quando o ex-prefeito Edson Olegário anunciou sua filiação na sigla, ainda em abril deste ano. Desde então o ex-vereador declarou ao Expresso, em abril deste ano, estar em campanha, mesmo sem partido: “Não ficarei no PDT com o ingresso do ex-prefeito Edinho, mas continuo na política e me fortalecendo e fazendo alianças e costuras para o pleito do ano que vem. Sou pré-candidato ao cargo de prefeito de Camboriú, e enfrentarei adversários como Luzia Coppi, Claudinei Loos e, quem sabe, Edson Olegário”.

Lucien se diz satisfeito com o ingresso do ex-companheiro do Legislativo. “Boca é um nome bom e forte para a Prefeitura em 2012”; e quando questionado em relação a possíveis alianças com outras siglas ele responde sem pestanejar: “Primeiro temos que fortalecer o partido e depois, lá na frente, falarmos em coligações. Estamos abertos a negociações, porém adianto que com o PDT de Camboriú, não há a menor possibilidade de união”, garante ele descartando  qualquer  futuro vínculo com o ex-prefeito Edinho.


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