Caso Eloá
Reflito com tristeza sobre o assassinato frio e premeditado da menina, da criança, Eloá Pimentel, por aquele demônio que dizia morrer de amor por ela. Se ele realmente morresse de amor pela menina, deveria ter era metido três balas em sua própria cabeça, que não se perderia grande coisa, aliás, perderia o time de futebol que o mala diz ser o ‘bam, bam, bam’ na cadeia…ele, está gordo, tranquilo, ‘faceiro’, comendo as nossas custas na cadeia e a Eloá? Morta. A mãe da Eloá? Também morta um tanto.
Caso Eloá II
Culpa de quem? Seria destino? Maldade? Eu acredito que o debate pode ir além. A família, penso ter uma boa parcela de culpa, pois esta menina, era um bebê, de 12 anos quando lhe permitiram namorar, nos tempos em que era para vela estar brincando de boneca. Passado o tempo, o rapaz pareceu velho para ela, ela certamente passou a se interessar por meninos de sua idade, meninos que estudam e que curtem as mesmas leituras, músicas e filmes, mas o assassino manteve-se assombrando e virou esta tragédia. Pais e mães tomem as rédeas da vida de seus filhos menores e aconselhem os maiores ou quantas ‘Eloás’ teremos que sepultar?
Caso Eloá III
Falo com tristeza e sem vergonha de assumir que em minha própria família existe um caso de uma menina muito jovem que achou de ‘namorar’. Sendo do meu sangue quanto me dói ver uma juventude talvez jogada fora. Este apelo pela consciência dos pais é também um desabafo. O que estes pais acham da vida desta filha? Perguntei a mim mesma até onde iria minha responsabilidade e o silêncio foi minha resposta. Talvez este silêncio que hoje impera na falta de uma atitude firme dos pais, e até minha, Deus nos livre, mas também venha silenciar uma vida, talvez não pela morte, mas pela extinção de sonhos, de ambições, de um futuro que, sem marido e filhos antes da maioridade, de certo seria mais tranquilo e bem mais fácil.
Onde estão as bonecas, as bolas e os carrinhos?
As novas tecnologias nos apresentaram aos computadores e a internet, jogos eletrônicos, celulares, ipodes, ipads e ai meu Deus, o que é feito de nossas crianças e adolescentes? Os brinquedos de outrora hoje nada representam. Quem tem mais de 40 anos (e era do interior ou de família simples) ainda lembra-se das boneconas de plástico, enormes, com uma fraldinha colorida de plástico e só. Das bolas coloridas, dos carrinhos, caminhõezinhos cheios de cavalinhos ou de carrinhos. Eu vejo as notícias mundo afora, vejo famílias sendo dizimadas pela violência, pela droga, pelo sexo precoce e me pergunto: Onde estão as bonecas, as bolas e os carrinhos?
ONG Umbigo
Analisando um caso ocorrido comigo há alguns dias, cujos protagonistas prefiro não citar para sequer dar-lhes o ibope desta coluna, concluí que deveríamos fundar uma entidade que privilegiasse quem mais necessita, utilizando o que os egoístas querem só para si. Seria a “Ong Umbigo”, desta maneira, todo egoísta, aquele ser amargo e sozinho que pensa só em si, dividiria com quem mais precisa de ajuda, de apoio, de amor e de doações o que ele acha que deve ser só seu, ainda que não seja. Reflita. Pois tem gente que só consegue olhar para o próprio umbigo, não deixe que essa gente te engane.
Verdade seja dita: Deus presenteou ao ser humano com a vida, e com esta, vieram dons que devem ser descobertos e praticados. Dentre eles, o amor ao próximo que, nada custa, e nos oferece muito! Beijo da Carla.




